Larissa Santiago
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Um mês e quatro dias. Esse é o tempo que o físico e pesquisador Michael Saul de Faria, 29 anos, procura pelo seu gato. Batizado de Esquilo, o animal escapou da gaiola depois que o funcionário de uma companhia aérea a retirou do compartimento de cargas do avião para levá-lo à outra aeronave que seguiria com gato e dono para a cidade de Campinas (SP).
Durante praticamente todos os fins de semana até agora, Michael esteve em Brasília para procurar por Esquilo. O dono alega que a companhia aérea ofereceu ajuda apenas nos dias subsequentes ao ocorrido. “No dia que o Esquilo sumiu, eles me ofereceram hotel, mas agora quando venho para Brasília fico no aeroporto mesmo”, revela.
Michael contou ainda que a companhia ofereceu quatro passagens de ida e volta para ele e que, quando elas terminarem, ele terá que vir por conta própria para a capital federal.
Esquilo, de dois anos e meio, sumiu por volta das 16h do dia 25 de abril. A partir de então, seu dono não deixou de procurá-lo. “Ontem, fui dormir 5h30 procurando por ele. Andei pelo Lago Sul, deixei comida, mas nenhum gato apareceu”, explica. Em Brasília, Michael conta com o apoio do Abrigo Augusto e de uma veterinária que se sensibilizou.
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