As manifestações marcadas para esta sexta-feira (30), seguida de greve geral em diversos setores, acontecem de forma tímida nesta manhã. Segundo a Polícia Militar, cerca de 200 manifestantes ligados à Central Única dos Trabalhadores (CUT) e ao Sindicato dos Professores (Sinpro) ocupam a Praça do Relógio, em um ato pacífico.
No Conic, no Setor de Diversões, aproximadamente 50 pessoas estão reunidas, munidas de faixas e acompanhadas por carros de som. A Esplanada dos Ministérios, por sua vez, está vazia. Desde à 0h, os acessos pelas avenidas S1 e N1 estão fechados da Rodoviária do Plano Piloto até a Praça dos Três Poderes. Somente veículos oficiais estão autorizados a transitar na região neste período.
A sexta amanheceu sem transporte público. De nada adiantou a liminar obtida pelo Governo de Brasília que garantiria a manutenção parcial do transporte público da capital. As estações do Metrô estão fechadas e nenhum ônibus deixa as garagens.
- Lucas Mobille/Jornal de Brasília
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- Breno Esaki/Jornal de Brasília
- Jéssica Antunes/Jornal de Brasília
- PMDF/Divulgação
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Os atos foram convocados por centrais sindicais contra as reformas propostas pelo governo Michel Temer. Veja a pauta das manifestações:
– Contra a reforma trabalhista;
– Contra o desmonte do serviço público;
– Contra o fim dos Mais Médicos;
– Contra a privatização das Estatais;
– Contra o fim dos concursos;
– Contra o aumento da idade mínima para se aposentar (65 anos para homens e mulheres);
– Contra o fim da aposentadoria rural;
– Contra o fim das férias de 30 dias;
– Contra o aumento da jornada de trabalho para 12 horas;
– Contra a redução do horário de almoço para 30 minutos;
– Contra o ‘negociado sobre o legislado’;
– Pela manutenção dos direitos da CLT;
– Contra o fim do Programa Farmácia Popular;
– Contra a escravidão no campo;
– Contra a anistia aos banqueiros;
– Fora Temer;
– Em defesa da democracia;
– Por eleições diretas.































