Ana Paula Andreolla
ana.fernandes@jornaldebrasilia.com.br
Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam a poluição sonora como o terceiro maior problema ambiental em todo o mundo. No Distrito Federal, não é diferente. Só no ano passado, a poluição sonora respondeu por 62% das denúncias registradas na ouvidoria do Instituto Brasília Ambiental (Ibram). Isso corresponde a 612 reclamações, uma média de quase duas por dia.
O resultado é que o Ibram, atendendo a pedidos da população, começou a notificar e a fechar bares, restaurantes e outros tipos de comércio que emitem barulho acima do índice permitido por lei, que é de 40 decibéis para o período diurno, 50 em área estritamente residencial urbana ou 60 para área predominantemente industrial. Na última quarta-feira, quatro bares da 408 Norte foram fechados e a tendência é que esse cerco continue. Valdivino Nonato, do Meu Bar, foi dos que precisou baixar as portas. Ele reclama que a medição não foi feita nos apartamentos e sim embaixo dos blocos.
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