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Brasília

Laudo do IML não constata como grapos e agulhas foram parar no corpo da jovem

Arquivo Geral

04/05/2010 21h08

Na manhã desta terça-feira (4), Nilda Pereira dos Santos, 21 anos, internada no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), com agulhas e grampos espalhados pelo corpo, passou por exames psicológicos no Instituto Médio Legal (IML). E na sexta-feira (7), a jovem será submetida a exame psiquiátrico.
 

 

O resultado do laudo de corpo e delito não constata como os objetos foram introduzidos, mas diz que os objetos metálicos foram pressionados contra o corpo, sem deixar cicatrizes e sem sangrar. Segundo o documento, a introdução não é recente. Os peritos não sabem responder se foi por meio cruel, tortura ou autolesão – ou seja, não se pode afirmar se a jovem teria perfurado o próprio corpo.
 

 

Até agora já prestaram depoimento a mãe, irmãos, tios e vizinhos da jovem, além de uma médica, uma psicóloga e uma assistente social do HRT. Outras testemunhas ainda serão ouvidas pela polícia.
 
 

 

Em nota, a delegada-chefe Vera Lúcia da Silva, da 12° Delegacia de Policia Civil de Taguatinga, afirmou que aparentemente a presença dos objetos não causou  maiores danos à saúde da vítima e que as investigações devem continuar pelos próximos dias.

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