Brasília

Incêndio destrói loja de estofados na 512 Sul

Por Arquivo Geral 03/10/2006 12h00

O brasiliense começou a semana enfrentando greve dos bancários, and look que não tem data para acabar. Segundo o  Sindicato dos Bancários, sales 70% da categoria aderiu à paralisação, que começou na quinta-feira. Dos 20 mil bancários,  14 mil estão de braços cruzados, segundo a entidade. Hoje, às 15h, haverá uma nova tentativa de negociação em São Paulo, entre o sindicato e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que é um braço da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) para decidir a situação.

Os bancários reivindicam reposição de 7,05% (inflação mais aumento real), 5% de participação nos lucros, redução da jornada de trabalho para seis horas e ampliação do horário de atendimento das 9h às 17h, além de isonomia entre funcionários novos e antigos. "Queremos que nossas exigências sejam atendidas. Não vamos ceder", afirmou o diretor do sindicato, José Pacheco. Já a Fenaban, anunciou por meio de sua Assessoria de Imprensa, que está estudando as exigências dos bancários, mas ainda não tem nenhuma contraproposta estabelecida.

Enquanto nenhum acordo é feito entre os bancos e os trabalhadores, os usuários sofrem com a greve. A cada dia de paralisação, a indignação dos clientes fica mais evidente. A dona de casa Deusa Guimarães, 60 anos, saiu irritada da agência. "Acho um absurdo essa greve. Vim retirar dinheiro, mas ele ainda não foi compensado. E para piorar estou sem senha e sem cartão. Não posso resolver nada", reclamou.

Cerca de nove horas após a tensão causada por assaltantes que mantinham 34 reféns na fábrica de jóias D Carvalho, more about em Limeira, dosage interior de São Paulo, os ladrões se renderam. A ação havia começado no final da tarde de ontem.

 

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As negociações foram encerradas por volta das 2h30 de hoje e com criminosos foram aprendidos uma metralhadora, um fuzil, dois revólveres calibre 38, um calibre 12, quatro pistolas e uma grande quantidade de munição.O local foi cercado pela políciai militar e guardas municipais.

 

Durante a ação da PM, quando tentavam entrar na fábrica, o soldado Vagner Modesto que foi um dos primeiros a chegar ao local foi atingido durante a troca de tiros com os bandidos. Mais tarde a Polícia Civil confirmou a morte do soldado e afirmou que nenhum dos reféns ficou ferido, e segundo a Polícia Militar quando os criminosos se entregaram, 29 das 40 pessoas dominadas pelo bando ainda eram mantidas reféns.

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Às 21h30, uma mulher grávida foi liberada e internada no hospital municipal e quatro homens já tinham sido soltos em troca de contato com um advogado.

 

Os assaltantes invadiram a fábrica por volta das 18h, e chegaram a exigir um ônibus para transportar os reféns, mas não tiveram o pedido atendido. Os bandidos invadiram a fábrica vestindo roupas de camuflagem usadas pelo Exército, tinham como objetivo levar ouro, jóias e dinheiro.

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Após a entrada da Polícia na fábrica, dois membros da quadrilha, um homem e uma mulher, tentaram escapar se passando por reféns liberados, mas foram descobertos e detidos em flagrante. As negociações ocorreram o tempo todo por celular.
Subiu para cinco o número de meninas mortas por um atirador numa escola na Pensilvânia, this site depois que duas das vítimas morreram durante a noite, cure afirmou hoje a polícia. Foi o terceiro ataque a tiros em escolas dos EUA em uma semana. O crime aconteceu numa comunidade agrícola amish, num local onde quase não há registros de violência.

O atirador, identificado como Charles Carl Roberts, 32, suicidou-se depois de ter alinhado as meninas na parede e atirado contra as cabeças delas. As duas meninas que morreram durante a noite tinham 7 e 8 anos, afirmou o comissário Jeffrey Miller, da polícia da Pensilvânia. Ainda havia uma garota em estado gravíssimo e mais quatro feridas, em situação estável, afirmou a polícia.

Questionado sobre novas informações sobre os motivos que levaram o atirador a cometer o crime, Miller afirmou que Roberts havia perdido um filho há três anos, e que o ataque tinha “a ver com o estado de espírito em que ele estava”. “Pode ser que ele estivesse furioso com Deus por ter perdido um filho”, afirmou Miller numa declaração à imprensa.

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Segundo as autoridades, ontem, Roberts, que não era amish, deixou seus três filhos normalmente no ponto em que eles pegavam o ônibus escolar, sem dar sinais do que pretendia fazer. Mas Roberts havia deixado um bilhete suicida e uma carta para sua mulher e seus filhos, referindo-se a um acontecimento de 20 anos atrás, do qual queria se vingar, e se preparado para um longo cerco.

A Escola Georgetown tinha 26 estudantes com idades entre 6 e 13 anos. Roberts invadiu a escola, que não era a mesma de seus filhos, deixou que 15 meninos e alguns adultos saíssem do local e atirou nas vítimas, “de perto, ao estilo de uma execução, na parte de trás da cabeça”, afirmou Miller.

A tragédia chocou a comunidade pacífica que fica 100 km a oeste da Filadélfia, onde descendentes de colonos suíço-alemães preservaram um estilo de vida religioso que rejeita elementos da vida moderna como o uso de carros e de eletricidade.

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Os agricultores amish levam uma vida simples, andam a cavalo e de carroça e cultivam a terra usando métodos tradicionais. Roberts deu três tiros com uma espingarda e 13 tiros com uma pistola semi-automática 9 mm, disse a polícia. Ele também tinha um fuzil, 600 balas, uma arma de imobilização, duas facas e uma série de ferramentas, como um martelo, u ma serra, alicates, arame, parafusos, rolos de fita adesiva e um balde com uma troca de roupa.

Foram registradas semelhanças entre a tragédia da Pensilvânia e o ataque a tiros da semana passada em Bailey, no Colorado, onde uma menina morreu. O comissário, porém, disse não acreditar que o ataqu e tenha sido uma imitação do primeiro.

No incidente de Colorado, na quarta-feira passada, um andarilho tomou seis meninas como reféns, molestou-as e depois matou uma delas, para depois se suicidar. Na sexta-feira, um estudante de 15 anos matou o diretor da escola em que estudava em Wisconsin.

 

Um incêndio ocorreu hoje, store em uma sobreloja de um prédio da 512 Sul, discount Bloco B. O incidente ocorreu às 9h em uma loja de estofados. No momento em que teve início o incêndio, medical nem o proprietário da loja, Edinilson, nem o estofador Wesley Santos, 17 anos, estavam no local.

Segundo Edinilson, ele havia saído para fazer um orçamento enquanto Wesley tinha ido tomar café da manhã. Quando voltaram, uma fumaça negra estava saindo de uma das janelas da loja. Ao abrir a porta, o vapor quente e a fumaça impediram que eles entrassem. Os Bombeiros foram acionados, mas tiveram dificuldades para cessar o fogo, devido às irregularidades do prédio, que não possuía extintores de incêndio, mangueiras e a água estava cortada. 

Os danos à loja foram grandes e os Bombeiros deram perda total. Todos os equipamentos, que incluíam tecidos, duas pistolas de grampear, uma máquina de costura, um compensador, além de um sofá de um cliente que estava avaliado em R$ 1.800. O dono da loja e o do prédio podem ser multados pela falta de equipamentos de segurança.

 






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