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Ibaneis diz que 3ª dose deve ir além dos 70 anos

De acordo com ele, a Secretaria de Saúde deve seguir as recomendação da Anvisa, que pede um prazo de 28 dias dias entre as doses

5 perguntas sobre a terceira dose das vacinas de Covid-19 respondidas

Catarina Lima e Geovanna Bispo
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Após almoço com empresários e representantes do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do Distrito Federal (Sincovid), o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), afirmou que a aplicação da terceira dose das vacinas contra a covid-19 deverá continuar avançando.

“Conforme forem chegando as doses nós vamos adiantando. A ideia é vacinar todo mundo para que a gente tenha uma população imunizada e possamos voltar a ter a nossa vida de volta”, disse Rocha.

De acordo com ele, a Secretaria de Saúde deve seguir as recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que pede um prazo de 28 dias dias entre as doses. A orientação do Ministério da Saúde é de que a dose de reforço seja priorizada em pessoas imunossuprimidas e idosos com 70 anos ou mais.

Na última terça-feira (21), o GDF iniciou a aplicação do reforço para idosos que vivem em Instituições de Longa Permanência, como asilos. Já na quarta (22), começou a imunização dos com 85 anos ou mais. Segundo estimativa da Codeplan, o primeiro grupo tem cerca de 1.200 pessoas e o segundo 16 mil.

Na semana passada, o governador havia afirmado que o reforço apenas seria iniciado em outubro, quando a vacinação dos adolescentes fosse concluída. “A previsão é de fechar todo o grupo de 12 anos para cima até o final do mês de setembro, pra que a gente possa iniciar a terceira dose daqueles mais idosos e daquelas pessoas que têm comorbidades a partir do início de outubro”, disse Ibaneis.

O Sincovid ofereceu almoço ao governador para agradecer o tratamento dado pelo governo do DF ao setor durante a pandemia. “Agradecemos o seu senso de justiça, de permitir que nosso setor permanecesse aberto durante os momentos mais agudos da pandemia, visto a sua importância para as força de segurança e saúde, na medida em que somos responsáveis pela suas viaturas”, disse o presidente do Sindicato, Marcos Cardoso, lembrando que o setor continuou gerando emprego e renda durante a pandemia.

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Em seu discurso no evento, o governador destacou que sua relação com o empresariado do DF é baseada no diálogo. “As portas do meu gabinete sempre estiveram abertas a todos os setores empresariais do Distrito Federal, e não foi diferente com o setor automobilístico. Em todos os momentos os representantes puderam colocar as suas reivindicações e explicar os motivos pelos quais deveriam continuar funcionando. Nós entendemos e colocamos o setor para funcionar num ambiente controlado”, frisou Ibaneis, destacando que mesmo durante a pandemia houve um aumento na venda dos automóveis na cidade.








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