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Brasília

Homem preso é apontado como financiador do tráfico de drogas em quatro cidades

Arquivo Geral

21/10/2011 23h37

 

Luís Augusto Gomes

luisaugusto@jornaldebrasilia.com.br

 

Um homem apontado por investigadores do Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc) da 11ª Delegacia Regional da Polícia Civil de Formosa como financiador do tráfico de drogas em Planaltina, Sobradinho e Samambaia e Formosa, cidade da Região Metropolitana do Distrito Federal, foi preso no fim da tarde de quinta-feira (20). A organização criminosa tinha entregadores de droga, recolhedores de dinheiro, olheiros, mensageiros,  contabilistas, telefonistas e advogado.

 

J.V.C.F., conhecido como Zequinha, foi surpreendidos em casa, no Setor São Benedito, bairro de Formosa, por policiais do Denarc. O suspeito eram procurado pela  havia nove meses.  Desde que deixou o regime  semiaberto  após uma condenação por tráfico de droga, no início de fevereiro último, o   suspeito teria voltado a atividade criminosa, ainda como mais força.

 

Segundo o delegado Vytautas  Zumas, o traficante montou uma grande  organização com dezenas de traficantes. Além de administrar o tráfico de entorpecentes em Formosa,  a quadrilha  se expandiu, ultrapassou o território goiano e criou  ramificações em Planaltina, Sobradinho e Samambaia.  “O bando cresceu  num curto espaço   de tempo e a polícia não pode permitir o domínio de criminosos em qualquer região do país”, disse Zumas.

 

O delegado afirma ainda que,  durante o período em que esteve em liberdade Zequinha comandou uma verdadeira associação criminosa, fomentando  pequenos traficantes  e tendo a seus serviços adolescentes e jovens que faziam desde a entrega das drogas à coleta de dinheiro  nos pontos  de venda de entorpecentes. O suspeito  apenas administrava os negócios da organização criminosa. 

 

Inicialmente a quadrilha tinha como alvo principal  a venda de maconha, mas nos últimos seis meses passou a fornecer também, crack e cocaína. Boa parte da canabis sativa como é conhecida a maconha, vinha do Paraguai. Passava por Mato Grosso e chegava a Formosa e ao Distrito Federal pelo Nordeste, mais precisamente a Bahia. A cocaína era produzida na Bolívia enquanto o crack era fabricado por integrantes da própria organização.

 

Leia mais na edição deste sábado (22) do Jornal de Brasília.

 

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