Ana Paula Andreolla
ana.fernandes@jornaldebrasilia.com.br
O Governo do Distrito Federal começa a se preocupar com os prazos impostos pelo Governo Federal para a extinção dos lixões em todo o País. A ameaça é de que, se algum município chegar em 2014 ainda depositando seu lixo a céu aberto, haverá corte de verbas por parte do Governo Federal. Por isso, o DF agora precisa correr contra o tempo para se livrar do Lixão da Estrutural e promover um sistema de lixo urbano mais rentável, diferente do atual, que só recicla 2% das 2,6 toneladas de lixo que são coletadas diariamente. Um novo modelo está previsto para entrar em ação em 2013.
Preocupada com essa questão, a Secretaria de Meio Ambiente e o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) convidaram o especialista da Universidade de Brasília (UnB) Paulo Celso dos Reis Gomes, para assumir o cargo de assessor de Planejamento do Ibram e auxiliar na elaboração de um projeto de resíduos sólidos para o DF, que foi apresentado ontem ao Conselho do Meio Ambiente (Conam) e deve sair do papel até o final de 2012 ou início de 2013.
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