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Brasília

GDF irá fiscalizar 41 festas pagas de carnaval

Eventos carnavalescos, pagos ou não, shows, festivais e afins com cobrança de ingresso ou qualquer tipo de contribuição estão proibidos

Geovanna Bispo

22/02/2022 16h15

Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília

A fiscalização das festas de carnaval deste ano na capital será reforçada. Segundo o chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, até o momento, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem uma lista com 41 festas pagas que serão supervisionadas.

A informação foi compartilhada em coletiva de imprensa nesta terça-feira (22) com os secretários de Segurança, Júlio Danilo, de Cultura, Bartô Rodrigues, e da DF Legal, Cristiano Mangueira, além de Rocha.

Ainda de acordo com Rocha, as atividades suspensas baseadas no decreto do governador Ibaneis Rocha (MDB) são:

  • Eventos carnavalescos, pagos ou não, incluindo bailes, shows, blocos e desfiles;
  • Estabelecimentos comerciais estão proibidos de realizar qualquer tipo de festa de carnaval;
  • Shows, festivais e afins com cobrança de ingresso ou qualquer tipo de contribuição do público (ainda que revertido em consumo) também estão proibidos;
  • Bares, restaurantes, casas noturnas ou boates que tenham pista de dança também estão proibidos.

Gustavo ainda informou o que está permitido para o feriado:

  • Bares com música ao vivo (sem cobrança de ingresso), porém sem espaço para dança;
  • Shows e festivais sem cobrança de ingresso ou qualquer contribuição do público e sem espaço para dança (neste caso, é necessária a apresentação do comprovante vacinal e uso de máscara de proteção);
  • Eventos esportivos mediante uso de máscara de proteção;
  • Circo, cinema e teatro também estão liberados;
  • Casa e estabelecimento de festas sem cobrança de ingresso;
  • Festas privadas em condomínios ou residências sem cobrança de ingresso.

Ondas

As medidas têm como objetivo continuar a controlar a variante ômicron no DF. Segundo Gustavo Rocha, durante a alta do ano passado, ao longo do surto da variante Delta, foram 16 mil casos ativos e a maior Taxa de Transmissão (Rt) ficou em 1,42.

Já neste ano, durante o surto da ômicron, os casos ativos chegaram a 57 mil e o Rt ficou em 2,61. Esse número representa um aumento de 1.994% números de casos ativos na capital.

Atualmente, 22 mil pessoas estão com o vírus ativo e o Rt está em 0,87. Vale lembrar que, acima de 1, a taxa indica que a pandemia está tendendo a avanças. Essa taxa significa que 100 pessoas infectadas infectam outras 87.

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