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Brasília

Fórum: Debates terminaram e soluções foram propostas

Arquivo Geral

18/05/2011 13h05

Finalizando o “Fórum Transporte público de qualidade é a solução”, falaram o presidente do sindicato dos rodoviários, João Osório, o representante do sindicato dos metroviários, Luciano Soares e o representante dos micro-ônibus Luís Flávio Batista.

Nesta segunda etapa foi sugerido o debate sobre a integração dos transportes no DF. Foi perguntando para os palestrantes também se o VLT e o VLP solucionarão o problema do transporte público.

Para João Osório é preciso que a população trabalhe em conjunto. “Para que nós tenhamos mudanças significativas é preciso que haja uma consciência coletiva, que clame por mudanças”, diz.

Segundo o presidente do sindicato dos rodoviários o transporte público coletivo foi visto, por muito tempo, como um transporte para os excluídos, que não tem condições de comprar um carro para se locomover. “Por muito tempo ele foi visto dessa forma  e como tal foi tratado. Hoje já há a consciência de que o transporte faz bem para toda a sociedade”, avalia. João Osório diz também que a situação atual do transporte público é de caos absoluto e desorganização.  “Essa desorganização foi proposital, pois muitos se beneficiaram dela”, disse.

De acordo com o Luciano Soares essa desorganização gera desmotivação tanto do usuário como do funcionário, pois não há incentivo para que um serviço de qualidade seja prestado. Representante do sindicato dos metroviários Luciano explicou que é preciso pensar em um metrô renovado.  “Nós precisamos de um metrô reestruturado e modernizado para poder acolher o transporte integrado. O metrô é necessário, mas nunca teve a oportunidade de funcionar da forma como tem que funcionar”,  fala.

O representante dos micro-ônibus Luís Flávio Batista falou que, se o governo não ajudar de alguma forma as cooperativas irão à falência e a situação pode ficar pior do que está hoje.  “As cooperativas estão a base da falência”, avisa.

Para o diretor-superintendente do Jornal de Brasília, Marcos Lombardi, o governo tem que fazer um planejamento para não trazer um caos social maior do que esse já instalado pelas cooperativas.

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