Valtemir Rodrigues
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Irregularidades e problemas por toda parte. Esta é uma realidade comum aos três shoppings populares e às 60 feiras livres e permanentes do Distrito Federal. Um diagnóstico começou a ser feito há um mês e já identificou a existência de algum tipo de falha em todos estes centros comerciais.
As questões problemáticas vão desde boxes fechados, vendidos, invadidos ou nunca abertos; dívidas com contas de água e luz; até precariedade na infraestrutura, como telhados quebrados e banheiros em péssimas condições. São as preocupações dos 30 mil feirantes registrados no sindicato da categoria.
“Em maior ou menor grau percebemos inúmeros erros e vamos buscar meios para resolver todos eles”, adianta Elaine de Oliveira Lopes, gerente de feiras da Coordenadoria das Cidades. Ele diz que o trabalho de mapeamento e investigação conta com apoio de todas as administrações regionais e, ao ser concluído, outras instituições serão incorporadas em uma nova operação para buscar soluções, caso a caso. Devem ser incluídas na ação Agência de Fiscalização (Agefis), Secretaria de Ordem Pública e Social (Seops) e Delegacia Especial de Repressão aos Crimes contra a Administração Pública (Decap).
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