Gabriella Bontempo
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Na cidade de raiz carioca do Distrito Federal não poderia faltar uma feira popular. Queijos artesanais, farinhas, doces e cereais são os mais procurados por quem passa pela Feira Permanente do Cruzeiro. Em lugar estratégico, todo cercado por alambrado e cobertura, o comércio, no centro do Cruzeiro Novo, atrai compradores de diversas regiões. Mas não são só esses produtos que garantem a freguesia. Confecções, especiarias, carnes como de galinha caipira, movimentam o estabelecimento, que existe há mais de 30 anos.
A chefe da feira, Maria Aparecida Bento Craveiro, conta que esse tipo de comércio caiu no gosto dos moradores. “Vem gente de toda parte comprar aqui. Sábado essa feira é lotada. Aqui é bonito, bom e bem organizado”, afirma. A feira surgiu em 1970. Em barracas de madeira sobre o chão batido, os vendedores firmavam a clientela. Com o tempo, ela cresceu e precisou ser transferida para uma área especial, na Quadra 609 do Cruzeiro Novo. Somente em 1990, a feira ganhou estrutura de alvenaria para dar mais conforto a quem vende e compra no local.
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