Ana Paula Andreolla
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Mesmo após quatro meses de aulas na rede pública de ensino, muitas escolas do Distrito Federal ainda sofrem com falta de professores e de infraestrutura. Algumas encaram velhos problemas, como falta de cadeiras, merenda incompleta e há aquelas cujas salas de aula sequer possuem portas. Porém, a falta de professores é a situação mais delicada.
A Secretaria de Educação admite a carência de dois mil professores. O jeito é apelar para os contratos temporários, que em cidades como Brazlândia, são responsáveis por 90% do corpo docente – um índice criticado por especialistas quando o assunto é a qualidade de ensino.
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