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Brasília

Falta de segurança leva empresários a investir em tecnologia no SOFNorte

Arquivo Geral

19/01/2010 0h00

Há mais de um ano, furtos e roubos de carros assustam os empresários do Setor de Oficinas Norte (SOFNorte).  Fernando Hamilton Cordová, também apelou para a tecnologia. Só no ano passado ele arcou com um prejuízo de mais de R$ 12 mil entre equipamentos de trabalho, rodas de carro de cliente, som, step, etc. “Tudo que está ao alcançe do bandido ele leva. Já me arrombaram uma porta e só em 2009 foram mais de seis vezes furtando carros dos clientes. Cansei de ficar esperando o próximo susto e apelei para o
alarme”, explica.


Fernando instalou câmeras de segurança e alarme de presença. Dependendo do limite que a pessoa entra, toca uma sirene e imediatamente a central entra em contato com ele. “Há seis meses tive que apelar para isso, e até agora tem funcionado. Antes pagava o vigia.” A maioria dos empresários gasta cerca de R$ 30 mensais para uma segurança privada e um vigia em uma moto faz ronda noturna. Mas, segundo os empresários, nem isso resolve. Enquanto o vigia está em um local, os bandidos roubam em outro, e vice-versa.


Outro problema é que os proprietários de oficinas não conseguem registrar a ocorrência, já que não são os donos dos carros. Paulo Eugênio da Silva, que tem oficina no SOFNorte há oito anos, conseguiu registrar a ocorrência, porque a invasão foi na loja, mas ele agora já pensa em fechar as portas. “A gente acha que está seguro com grades, portas reforçadas, cadeados, paredes reforçadas e os bandidos têm a ousadia de fazer um buraco na parede. Eu não vejo futuro para esse lugar sem segurança, abandonado”, diz.


 

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