João Pedro Netto
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Apesar dos esforços para regularizar a profissão de guardador e lavador de carros, os flanelinhas descredenciados ainda são maioria nos estacionamentos do Distrito Federal. Há 1.635 profissionais cadastrados na Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest). Entretanto, a estimativa é que mais de 5 mil atuem irregularmente vigiando veículos nos estacionamentos.
Muitas vezes, esses supostos guardadores se passam por profissionais sérios para praticar crimes. O caso da servidora pública, que foi vítima de estupro após ser abordada por um suposto flanelinha, ilustra bem essa questão. Em outra ocorrência, registrada na terça-feira, dois flanelinhas foram detidos no estacionamento do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) sob acusação de venderem atestados médicos. Eles estavam com blocos de atestados e carimbos com o registro de um médico do hospital.
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