Kamila Farias
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O Distrito Federal e a Região Metropolitana têm, pelo menos, 350 revendas de gás clandestinas para 547 autorizadas. De acordo com o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) foram vendidos, durante o ano passado, dois milhões e 750 mil botijões de gás por mês apenas no DF. O perigo maior é que por fora o gás regular e o clandestino são iguais. Os vendedores retiram o lacre de proteção e trocam parte do conteúdo por água, por exemplo, para manter o peso.
Após a explosão do botijão de gás no Rio de Janeiro, que deixou três mortos e 17 feridos, aumenta a preocupação com o uso do GLP, em casa ou no comércio. No entanto, de acordo com o Corpo de Bombeiros o risco de explosão no Distrito Federal é baixo. Segundo o major Eduardo Luiz Gomes, é atípico esse tipo de problema no DF. “Para que o local tenha alvará de funcionamento ou o Habite-se é necessária a vistoria dos bombeiros”, explica. “Fiscalizamos e trabalhamos com a prevenção também, mas a denúncia da população é a mais eficiente. Todos que sentirem cheiro de gás devem chamar o Corpo de Bombeiros”, informa.
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