Cristina Sena
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A oito meses do Carnaval de 2012, a folia já é motivo de debate na Câmara Legislativa. Uma audiência pública marcada para amanhã reunirá representantes das 16 escolas de samba do Distrito Federal, que divergem quanto à permanência da festa em Ceilândia. Aquelas cujas sedes ficam mais distantes reclamam da dificuldade de chegar ao local, principalmente para o público, que deixa de prestigiar o evento. As mais próximas protestam, sob a alegação que hoje o Carnaval reúne muito mais gente que há sete anos, quando era realizado atrás da Torre de TV.
A audiência foi solicitada pelo deputado distrital Raad Massouh (DEM). Ele diz que o encontro atende a um pedido feito pelas escolas, por meio de um abaixo-assinado entregue a ele no fim do ano passado. “Em Ceilândia, o público só aparece no dia em que a escola de Ceilândia desfila (Águia Imperial). O centro de Brasília é acessível a todos os moradores do DF e poderá incentivar a vinda de pessoas de fora para prestigiar a festa, que não incomodará moradores, porque há várias áreas distantes de residências que podem ser utilizadas”, afirma.
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