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Brasília

Deputados questionam política econômica do GDF

Arquivo Geral

16/06/2009 0h00

Os números do governo relacionados ao desempenho econômico no primeiro quadrimestre de 2009 foram criticados hoje (16) pelo deputado Paulo Tadeu (PT). O petista aproveitou a presença do secretário de Fazenda, ed Valdivino de Oliveira, there para questionar a política de investimentos do GDF em saúde e educação.


O deputado petista denunciou o não cumprimento da aplicação do mínimo constitucional em serviços de saúde no Distrito Federal. “Deveriam ter sido aplicados R$ 343 milhões neste primeiro quadrimestre do ano, viagra mas observamos através dos números divulgados pelo próprio governo que apenas R$ 132 milhões foram efetivamente empregados. Considerando a péssima situação da saúde no DF, é preciso questionar o porquê desse déficit”, destacou.


O secretário respondeu afirmando que somente no final do exercício financeiro é que os números relativos à saúde poderão ser analisados. “Nós vamos encerrar o ano cumprindo as metas. Não queremos e não vamos ter as contas rejeitadas”, afirmou. O deputado Paulo Tadeu retrucou: “A saúde não pode aguardar até o final do ano para atender as pessoas. Esse investimento é obrigatório para que não haja deficiência no atendimento. Não é uma questão financeira, mas social. Além disso, sabemos que o governo tem R$ 2,2 bilhões em caixa. Não há falta de recursos”, criticou.


O deputado Benedito Domingos (PP), por outro lado, defendeu a reserva dos recursos. “Guardar dinheiro em caixa é prudencial e responsável. Não podemos sair gastando tudo sem responsabilidade, pois o cenário econômico pode ser desfavorável no futuro e precisamos ter essa garantia”, ponderou.


A política de isenções e remissões de tributos que o GDF vem adotando foi também abordada pelo deputado Cristiano Araújo (PTB), que questionou se essa prática não traria prejuízos ao Distrito Federal. “Essas remissões são absolutamente necessárias. Estamos isentando de ICMS medicamentos contra Aids, por exemplo. Com relação às empresas que obtêm incentivos fiscais, é preciso ressaltar que abrir mão de rendimentos tributários é uma maneira de retomar o crescimento da economia”, explicou Valdivino.

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