Da Redação, com agências
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A paralisação dos médicos que atendem usuários dos planos de saúde modificou a rotina dos pacientes. Vários consultórios visitados pela reportagem estavam com portas fechadas. Até quem só atende pacientes particulares parou em solidariedade. “Foi assim em todas as clínicas que participaram do movimento no Distrito Federal”, disse Gutemberg Fialho, médico e presidente do Sindimédico-DF. “A adesão aqui é 100%, atendimento só em emergência”, disse.
Mas nem todos deixaram de atender conveniados. O consultório do cardiologista Federico Queiroga seguia com atendimento normal. Ele conta que não acha justo “punir duplamente o paciente”. “Nós lidamos com a vida dos pacientes todos os dias. Sou a favor dessa luta da minha classe, mas acho que o governo é quem deveria intervir a favor dos médicos. O paciente não tem culpa”, disse.
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