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Brasília

Defesa de Adriana Villela faz mais um pedido

Arquivo Geral

02/09/2010 8h13

Carlos Carone

carone@jornaldebrasilia.com.br

 

O escritório de advocacia que defende a arquiteta Adriana Villela, entrou com um novo pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). No entanto, os advogados não pleiteavam a liberdade da cliente, mas sim evitar constragimentos morais. O habeas corpus foi protocolado na noite de terça-feira, para evitar atos, supostamente constrangedores, provocados pela Coordenação de Investigação de Crimes Contra a Vida (Corvida).

 

Ontem, de acordo com informações do TJDFT, uma cópia da documentação foi enviada para delegada Mabel Faria, que trabalha na investigação do triplo homicídio que vitimou o ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme, a mulher dele, Maria Carvalho Mendes Villela, e a empregada Francisca Nascimento da Silva, assassinados com 73 facadas em 28 de agosto de 2009, no apartamento do casal, na Quadra 113 Sul. Maria e José Guilherme estavam casados havia mais de 40 anos e tinham dois filhos e duas netas. Ela foi morta com 12 facadas e Francisca, que trabalhava com o casal havia 32 anos, provavelmente foi a primeira a ser atacada e levou 23 golpes de faca.

 

Impetrando o habeas corpus contra atos contrangedores, a defesa de Adriana pretende evitar situações como a de sábado passado, quando a suspeita foi levada algemada e no cubículo de uma viatura, até o apartamento onde ocorreu o crime. No local, Adriana teve impressões digitais coletadas, usadas pela polícia para fazer um confronto e tentar coletar provas que incriminem a arquiteta. No entanto, o Tribunal não soube informar se o relator do processo, desembargador Romão Cícero, acatou o habeas corpus.

 

Leia mais na edição desta quinta-feira (01) do Jornal de Brasília.

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