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Brasília

Conselho de Administração da UnB quer orçamento participativo em 2010

Arquivo Geral

10/07/2009 0h00

A elaboração do orçamento anual da UnB traz novidades para 2010. A proposta da atual gestão é contar com a participação de estudantes e servidores para a construção do novo plano de despesas, visit this gastos e investimentos. “Queremos convidar a comunidade acadêmica a entrar no processo a partir do segundo semestre. Nosso objetivo é aprimorar a gestão compartillhada”, clinic afirmou o decano de Administração e Finanças, patient Pedro Murrieta, ao final da reunião do Conselho de Administração da UnB (CAD), nesta quinta-feira, 9 de julho.


O conselho se reuniu pela última vez antes do recesso para aprovar o orçamento de 2009 e os ajustes no Plano Anual de Atividades. Em votação rápida, todos os integrantes concordaram com as áreas de destinação dos recursos. O orçamento anual da UnB é de R$ 803 milhões, dos quais R$ 485 milhões são provenientes do Tesouro Nacional e R$ 318 milhões de arrecadação própria (estimativa). De acordo com o secretário de Planejamento da UnB, Hélio Neiva, o orçamento pode chegar a R$ 1 bilhão até o fim do ano, se houver um incremento nas arrecadações.


O vice-reitor da UnB, João Batista, explicou que o plano seguiu o modelo orçamentário usado para o ano anterior, mas ainda pode sofrer adequações. “A discussão sobre a destinação dos recursos foi bem detalhada. Ao longo do ano, poderemos fazer ajustes para atividades específicas e projetos acadêmicos de ensino, pesquisa e extensão”, ressaltou. O orçamento deste ano teve um acréscimo de 4%, que representa R$ 45 milhões a mais que em 2008.


A proposta orçamentária já havia sido aprovada pela Câmara de Administração e Finanças (CAF) e agora segue para deliberação do Conselho Universitário (Consuni). Ainda não há data prevista para reunião do órgão, que deve ser convocado após o recesso. “Não houve grandes mudanças. O debate foi aprofundado e a célere aprovação no CAD mostrou a convergência das opiniões”, apontou Pedro Murrieta.


De acordo com o plano de 2009, dos R$ 485 milhões repassados pelo Tesouro Nacional, 73% são para despesas de pessoal e encargos sociais. Outros R$ 47 milhões são destinados a projetos do Reuni e de expansão dos campi de Planaltina, Gama e Ceilândia. “O que não foi possível fazer com o repasse do Tesouro Nacional, planejamos bancar com recursos próprios da universidade”, informou Hélio Neiva.


O principal órgão arrecadador da UnB é o Cespe, responsável por 74% da receita estimada. Outras fontes de arrecadação são aluguéis, cursos e convênios. Todos os recursos disponíveis e as unidades para onde foram destinados no orçamento de 2009 serão divulgados na página da Secretaria de Planejamento da UnB na internet (www.spl.unb.br).

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