Desde que foi criado, há cinco anos, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vem promovendo mudanças não só dentro do poder Judiciário, como abre novas portas de mercado para as empresas de advocacia. Em Brasília, o setor se apresenta de maneira promissora, com advogados antenados no CNJ. Pelos menos duas bancas de grande porte da cidade já trabalham com o segmento, casos dos escritórios Caputo, Bastos e Fruet, que trabalham para magistrados que respondem a processos no conselho, e do Barbosa, Müssnich & Aragão.
Conforme observa o advogado André Macedo Oliveira, da Barbosa, Müssnich & Aragão, embora o Conselho ainda seja algo recente, os profissionais da área já se deram conta do novo nicho. Ele é responsável pelo acompanhamento do CNJ na empresa, e salienta que para atuar na área, é fundamental que o profissional tenha amplo conhecimento do funcionamento do Conselho, e ainda faça o acompanhamento contínuo e permanente de todo o trabalho que é desenvolvido pelo órgão.
“É necessário estar sempre atualizado quanto o que está sendo julgado, estar inteirado sobre os casos, os temas e acompanhar as sessões que ocorrem quinzenalmente”, explica André. Além disso, o advogado salienta outro importante aspecto.”Acima de tudo isso, o profissional precisa investir em sua formação e capacitação. Estudando sempre, buscando se especializar, aprendendo novas línguas. Não há barreiras no mercado para o profissional bem preparado”, reforça.
completa na edição de amanhã do Jornal de Brasília