Luis Augusto Gomes
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Cinco juízes do Distrito Federal têm a vida ameaçada em decorrência do exercício da magistratura. Mas, ao contrário de boa parte do País, onde cerca de cem deles enfrentam grande risco para cumprir a lei, aqui, segundo os juízes, existe um bom esquema de segurança para garantir o exercício da profissão. A preocupação dos magistrados veio à tona com o assassinato da juíza Patrícia Lourival Acioli, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo (RJ), na sexta-feira, quando ela chegava em casa, em Niterói.
O DF é uma das poucas unidades da federação onde existe segurança judicial própria ao magistrado. Mesmo assim, figura na quinta posição no ranking de juízes ameaçados, junto com Roraima. Segundo o juiz Getúlio Côrrea, diretor da Secretaria de Segurança dos Magistrados da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), em Brasília, o juiz da Vara de Execuções Penais conta com proteção. “A preocupação com segurança foi deixada de lado ao longo dos anos e precisamos mudar esse quadro.”
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