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Brasília

Centro Social João Paulo II pede socorro

Arquivo Geral

08/05/2013 8h05

O Centro Social João Paulo II, localizado no Paranoá, está pedido socorro. Em funcionamento desde 1989, a instituição atende alunos do Ensino Fundamental, com idades entre quatro e 11 anos, independentemente da religião. A escola tem hoje 740 alunos e promove também cursos semanais, além da distribuição de cestas básicas entre as pessoas mais carentes do local, principalmente aos pais dos estudantes.

O centro foi criado pelo padre José Gália, da paróquia São Pedro de Alcântara, e conseguiu se manter estável financeiramente até 2005, ano da morte do padre. Desde então, o local vem sendo administrado pelo padre Givanildo dos Santos, que tem feito o possível para manter o local ativo.

Sem apoio

A instituição perdeu o apoio de uma empresa que a ajudou a se manter economicamente até abril desse ano. Agora, sobrevivem  com doações dos moradores e ajuda da Secretaria de Educação, que fornece atualmente professores merenda e uma parte do mobiliário.
Padre Givanildo informou que irá fazer um termo aditivo para tentar conseguir mais profissionais para suprir a carência. A instituição possui 26 salas de aula com 29 professores. Ela atende gratuitamente o alunos, com distribuição de lanche.

Padre Givanildo diz que é necessária uma ajuda maior da Secretaria de Educação. “Não conseguimos nos manter sozinhos”, disse.

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