O Centro de Saúde 1 de Ceilândia, localizado na Área Especial nº 1, ao lado do Hospital Regional (HRC), será transformado em Ambulatório a partir da próxima segunda-feira (27). A medida foi aprovada e tem o apoio da Secretaria de Saúde e do Conselho Regional de Saúde de Ceilândia.
O objetivo é desafogar o espaço do HRC para ampliação do número de leitos e permitir a otimização dos recursos humanos, tanto das áreas médicas como administrativas. O novo ambulatório que funcionará no CS 1 conterá algumas das especialidades que a comunidade mais necessita – Ambulatório de Ortopedia, Fisioterapia e Urologia – além de programas de saúde que não estão funcionando por falta de espaço.
Em relação ao atendimento básico, os pacientes que eram atendidos pelo Centro de Saúde 1 e residem em Ceilândia Sul, agora deverão procurar o Centro de Saúde 3, localizado na QNM 15 lote D. Aqueles que residem em Ceilândia Norte deverão procurar o Centro de Saúde 5, na QNM 16, lote F. Nestes dois centros, o atendimento será em três períodos, terminando às 22h.
Atualmente, a grande demanda dos centros de saúde por especialidades reside principalmente na Ortopedia, Fisioterapia e Urologia. A expectativa é que a ampliação do ambulatório do HRC diminua o tempo de espera para essas consultas.
Conselho Regional de Saúde aprova a medida
Uma reunião ordinária do Conselho Regional de Saúde de Ceilândia aprovou a implantação do Projeto Básico de Reestruturação e Ampliação do HRC com a incorporação da estrutura física do Centro de Saúde nº1.
O projeto tem como finalidade aumentar a oferta de consultas de subespecialidades e facilitar a implantação de vários programas que, atualmente, não são oferecidos, como os de Geriatria, Urologia, Ambulatório de Ortopedia, Psicologia e Pneumologia. Também serão incrementados os serviços desenvolvidos pelo Centro de Atenção Psicossocial (Caps), Atendimento Domiciliar a Pacientes Crônicos (NRAD), Fisioterapia e Saúde Mental.
Outra meta a ser conquistada será o aumento da oferta de leitos nas enfermarias, com a liberação de diversas salas e otimização da distribuição no número de médicos especialistas e servidores administrativos.
“O Conselho tem que estar de acordo com medidas que beneficiam a comunidade”, acredita Antônio Leomilton Soares Leitão, representante dos usuários no Conselho Regional de Saúde.