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Ceilândia lidera número de casos e óbitos de covid-19 no DF

As regiões com mais casos confirmados de covid-19 são Ceilândia (25.561), Taguatinga (17.996) e Plano Piloto (17.674)

Por Aline Rocha 10/11/2020 6h10
FORT WORTH, TEXAS – JUNE 09: Doping Control Officer Deke Gunsolley displays a swab as he explains the coronavirus testing process at a mobile testing unit prior to the Charles Schwab Challenge on June 09, 2020 in Fort Worth, Texas. The PGA Tour has partnered with Sanford Health to provide on-site COVID-19 testing for players, caddies and essential personnel at it’s tournaments. Tom Pennington/Getty Images/AFP

O Distrito Federal (DF) registrou, nas últimas 24 horas, 509 novos diagnósticos de covid-19. Desde o início da pandemia, 217.370 pessoas já foram infectados na capital e, nesta terça-feira (10), 4.344 casos estão ativos.

As regiões com mais casos confirmados são Ceilândia (25.561), Taguatinga (17.996) e Plano Piloto (17.674). Já em relação às vítimas fatais, as cidades com mais óbitos são Ceilândia (644), Taguatinga (390) e Samambaia (299). Nas últimas 24 horas foram registrados 583 recuperados e 16 óbitos, sendo que, deste total, um faleceu nas últimas 24 horas.

Do total de 217 mil casos, 3.775 (1,7%) faleceram em decorrência de complicações causadas pelo vírus e 209.251 (96,3%) estão recuperados. Do total de óbitos, 3.466 eram moradores do DF e 309 de outros estados.

Com relação ao local de residência dos casos, 190.630 (87,7%) residem no DF e 17.871 (8,2%) residem em outras Unidades Federadas (UF), sendo que os municípios do entorno respondem pela maior proporção dos casos de outras UF.

Média Móvel

A média de casos por data do início dos sintomas apresentou uma tendência de crescimento acentuado desde o início da pandemia até primeira quinzena de junho, com oscilação decrescente na segunda quinzena. Em julho observa a retomada do crescimento de casos e um padrão de oscilação que se manteve entre a segunda quinzena de julho e a primeira de agosto. Devido as ações de investigação epidemiológica a tendência de queda observada a partir da segunda quinzena de agosto pode sofrer alterações.

Em relação aos óbitos a média móvel mostra uma tendência crescente desde o início da pandemia até a primeira quinzena de agosto, com posterior tendência decrescente. Cabe destacar que a acentuada redução dos últimos 15 dias pode ser explicada pelos óbitos que ainda estão em investigação.

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