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Brasília

Caixeiro das cidades

Arquivo Geral

05/09/2016 6h00

Atualizada 04/09/2016 21h05

A nova Secretaria das Cidades nascerá com o objetivo de dar mais visibilidade aos projetos do governo Rollemberg. Além de coordenar as administrações regionais, o novo secretário, Marcos Dantas, quer a pasta seja a ponte entre a população e todos os serviços que a gestão Rollemberg tem à disposição. Neste sentido, a nova secretaria buscará estreitar laços com associações comunitárias, igrejas e empresários.

Passos resolutivos

“Não é marketing. Queremos mostrar o que realmente temos para oferecer à população. Existe muita coisa, muitos serviços que estão escondidos. O governo acaba assim apagado”, explicou Dantas. De fato, a núcleo do governo aposta que se tiver aumentar resolutividade nos problemas cotidianos da população começará a recuperar aprovação popular e votos para 2018. É óbvio que isso não tem o mesmo peso de um resgate da Saúde Pública. Mas é um passo.

Tesoura na vice-governadoria

Para o nascimento da nova secretaria, o Buriti pretende retirar pedaços de outras áreas do governo. A tesoura deverá cantar na vice-governadoria, espaço sob a tutela do PSD. Por isso, nesta história, o partido sofrerá uma dupla derrota, pois a sigla desejava o controle das Cidades. Bem, agora ficará sem o espaço e os cargos.

Maré vermelha

Com o impeachment sacramentado, na Câmara Legislativa todos os personagens esperam uma mudança de postura do PT. O partido já está, em tese, na oposição, mas com a queda de Dilma está posição deverá ficar mais visceral, por razões políticas e estratégicas para 2018. Os gabinetes dos três parlamentares da legenda agregam um dos melhores corpos técnicos do Legislativo. O partido tem ainda raízes e contatos em todo GDF.


O fim do Simples Candango

O governo Rollemberg pretende sepultar de vez o Simples Candango. Dentro da pasta da Fazenda, o programa de incentivo tributário local é visto como ultrapassado e ineficiente. A questão será levada para a votação no plenário da Câmara Legislativa.


Paredão

Sindicatos pretendem levantar um paredão contra a reforma da Previdência. De 12 a 14 de setembro, planejam deflagrar um grande movimento unificado no DF, composto por caravanas de todo país. As categorias pretende montar até mesmo uma acampamento em frente ao Congresso.

Brecha

“Os servidores enxergam essa mudança da previdência com um política contra a nossa categoria, retira todos os direitos adquiridos, é notório que a proposta vai além do que se propõe, a intenção são as parcerias privadas com o objetivo de precarizar os serviços públicos”, argumentou o presidente do Sindireta Ibrahim Yusef.

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