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Brasília

Buritinga de portas abertas à comunidade

Arquivo Geral

03/05/2010 9h00

O Centro Administrativo do Governo do Distrito Federal, em Taguatinga, mais conhecido como Buritinga, não é apenas uma estrutura de trabalho. O local, onde antes funcionava o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças da Polícia Militar, teve suas dependências recuperadas para oferecer serviços gratuitos, como natação, hidroginástica e computação, à comunidade que não tem condições de pagar por eles.

Ao escolher o  local para receber a estrutura de governo, o GDF decidiu aproveitar tudo que havia para uma possível contenção de gastos e para que, de alguma forma, trouxesse benefícios à comunidade.

A primeira ideia foi a de restaurar o galpão que estava abarrotado de velharias, objetos em desuso e carros quebrados do antigo Batalhão da PM e transformá-lo em uma das sedes do DF-Digital, um programa desenvolvido pela Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (SECT) com o objetivo de oferecer, gratuitamente, à população do Distrito Federal oportunidade de inclusão digital. Isso é feito por meio  de cursos de informática e internet, integrando também a inclusão social com cursos de qualificação profissional.
DF-Digital
Rovilson Sarmento da Silva, 35 anos, monitor do DF-Digital, conta que, além dos cursos para a população, a sede está com um projeto do Escola Integral. Ou seja,  escolas públicas que têm aula durante todo o dia levam alunos para realizarem no Buritinga atividades extracurriculares.
“Além dos jovens alunos, temos dois senhores aqui, um com 94 e um de 86 anos, que vêm com toda a curiosidade, quase toda semana, para conhecer um pouco mais sobre computadores, que parecem ainda ser estranho para eles”, diz Rovilson.

Yan Caliste Barbosa, 5 anos, aproveita a ida ao Buritinga para aprender como os desenhos são feitos. “Venho assistir de onde vêm os desenhos e gosto de  joguinhos de luta de boneco”, conta Yan.

Maria de Lourdes Pereira, 45 anos, dona de casa, só agora está tendo a oportunidade de conhecer e entender melhor um computador.
“Venho em torno de duas vezes na semana e estou aprendendo e começando a interagir com a área de informática. Aprendo bem aqui”, afirma.

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