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< ![endif]-- >Larissa Santiago
larissa.santiago@jornaldebrasilia.com.br
Os servidores auxiliares da educação realizaram na manhã desta quinta-feira um ato público na Praça do Relógio, em Taguatinga, para sensibilizar e conscientizar a comunidade sobre a importância da greve e importância da categoria para o funcionamento regular das escolas públicas do Distrito Federal. O ato contou com a presença de 500 pessoas.
A paralisação da categoria, que contabiliza dez dias, ainda não tem data definida para acabar. De acordo com o presidente da CUT e diretor jurídico do Sindicato dos Auxiliares de Administração Escolar do DF (SAE-DF), José Eudes, será realizada nesta tarde uma reunião com a bancada federal do DF e a comissão de negociação da greve para tentar um acordo.
Haverá também nesta sexta-feira (20) uma assembléia que irá definir os rumos da greve na Praça do Buriti. “A idéia é de que a paralisação termine amanhã e que nós possamos voltar a trabalhar na segunda-feira, mas o governo também tem que fazer a parte dele”, comenta.
De acordo com o Eudes o número de trabalhadores que estão em atividade é bom, mas que as escolas estão um caos. “Mesmo considerando a parte que está trabalhando a participação na greve está grande”, diz.
Segundo Eudes, antes da decisão judicial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) que determinou que 50% da categoria continue em atividade sob pena de multa diária de R$ 15 mil, a adesão à greve era de 85%. O Presidente da CUT afirma ainda que “o governo fez sugestões, mas nenhuma delas tem condições de acabar com a greve”.
Os servidores auxiliares da educação são os que atuam na limpeza, vigilância, merenda e portaria das escolas. Na pauta de reivindicação está a realização de um novo concurso público, plano de saúde, incorporação da Gratificação de Apoio Técnico Administrativo (GATA), incorporação dos 28,86%, repasse do fundo constitucional de 13,83%, reajuste do tíquete alimentação e convocação imediata dos concursados.