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Brasília

Atendimento a portadores de necessidades especiais é precário

Arquivo Geral

06/06/2011 7h20

Cristina Sena

cristina.sena@jornaldebrasilia.com.br

A garantia, por lei, de atendimento especializado a crianças e adolescentes com necessidades especiais não impede que familiares precisem dormir na fila para conseguir marcar consulta na única unidade de saúde de referência para esse público no Distrito Federal.

O Centro de Orientação Médico-Psicopedagógica (Compp) reúne psiquiatras, psicólogos, neurologistas, terapeutas ocupacionais, entre outras especialidades relacionadas à saúde mental. São 48 funcionários que se desdobram para dar conta da crescente demanda e, mesmo assim, a direção calcula que entre seis mil crianças e adolescentes não consigam ser acolhidas.

Leia mais na edição desta segunda-feira (06) no Jornal de Brasília.

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