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TSE decide provisoriamente manter candidatura de Crivella a prefeito do Rio

A tutela cautelar de urgência suspende, provisoriamente, a decisão do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) pela inelegibilidade de Crivella

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Catia Seabra
Rio de Janeiro, RJ

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu, na noite desta segunda-feira (12), pela manutenção da candidatura do prefeito do Rio, Marcelo Crivella (Republicanos), à reeleição.

A tutela cautelar de urgência suspende, provisoriamente, a decisão do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) pela inelegibilidade de Crivella.

O TRE condenou, na quinta-feira (24), Crivella à inelegibilidade até 2026 por suposto abuso de poder na convocação de funcionários da Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana) para participação de ato político na campanha de 2018.

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Na decisão desta segunda, o ministro Mauro Campbell afirmou verificar “a plausibilidade jurídica do direito invocado pelo requerente, haja vista a aparente fragilidade do conjunto probatório no sentido da efetiva participação de Marcelo Bezerra Crivella no evento narrado”.

Em setembro de 2018, funcionários da Comlurb foram transportados em carros oficiais da estatal para uma reunião na quadra da Estácio. No encontro, Marcelo Hodge Crivella, filho de Crivella, foi apresentado como pré-candidato.

“Eu não podia deixar de vir aqui pedir a vocês, humildemente. Não é o prefeito que tá pedindo, nem é o pai do Marcelinho. É um carioca”, disse Crivella à epoca.

O ministro frisou que sua decisão pode ser revista. Segundo ele, o recurso objeto de efeito suspensivo é “dotado de alta devolutividade”, já que o caso ainda será submetido à votação do TRE e TSE.

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Crivella comemorou o resultado, afirmando que, em sua decisão, o TRE tinha resolvido “pegar o prefeito como exemplo” para avisar que não se pode ter bagunça.

“Há dois anos eu fui a uma reunião do meu filho, com 50 pessoas, que já foi investigada pela CPI da Câmara, e fui inocentado, mas tinha me dado uma inelegibilidade. Uma medida pesada, dura, duríssima, só por ir a uma reunião. Meu filho perdeu a eleição. Qual o abuso de poder político se o candidato perdeu? Então não prova, não tem gravidade, não tem escala”, disse Crivella.

As informações são da FolhaPress




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