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Brasil

Governador e vice do Amazonas são alvo de oito pedidos de impeachment, após investigação na Saúde

Dupla é investigada na operação “Sangria” por supostas irregularidades e superfaturamento nos contratos relacionados à pandemia

Lucas Valença

Publicado

em

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Os contratos assinados pela Secretaria de Saúde do estado, durante a pandemia do novo coronavírus, já rendeu oito pedidos de impeachment contra o governador do Amazonas, Wilson Lima, e o vice-governador, Carlos Almeida Filho. Os dois políticos são alvos de investigações do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF).

Investigados na operação “Sangria” por supostas irregularidades e superfaturamento nos contratos relacionados à pandemia do novo coronavírus, o comando do Executivo do Amazonas chegou a ser alvo de mandados de busca e apreensão deflagrados no dia 30 de junho deste ano.

A PF também chegou a pedir a prisão de Wilson Lima, mas foi negado pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Francisco Falcão. Também no centro das denúncias, está o vice-governador, que chegou a acumular a gestão da secretaria de Saúde do Estado por três meses, mesmo período em que teriam sido assinados os contratos suspeitos.

Durante a gestão à frente da pasta temática, o vice-governador chegou a assinar um aditivo de mais R$ 100 milhões com o Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano para a prestação de serviços do Complexo Hospitalar Zona Norte. O ato está sendo investigado pelo MPF.

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A maioria dos pedidos de impeachment, porém, são anteriores à operação dos órgãos investigadores, só que, após a deflagração dos mandados de busca e apreensão, o Governo do Amazonas passou a enfrentar problemas maiores junto aos políticos do Estado. São oito pedidos de impeachment contra o governador e o vice protocolados na Assembléia Legislativa do Amazonas, todas por crime de responsabilidade.

Clique no link e confira todos os pedidos de impeachment protocolados contra o comando do Executivo do Amazonas

 




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