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Você sabe a diferença entre alodoxafobia e glossofobia?

Termos têm significados parecidos, mas não iguais. Entenda ambas as situações e veja dicas de como driblá-las

Por Luana Tachiki 22/08/2023 12h05
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Ambas as situações são parecidas, mas com pequenas particularidades. A alodoxafobia é o medo compulsivo da opinião alheia, enquanto a glossofobia é o medo de falar em público motivados por vários fatores, incluindo a alodoxafobia.

A palavra alodoxafobia vem de origem grega — “állis” significa “diferente”; “dóxis”, “crença”; e “fobia” representa “medo patológico”. Assim, alodoxafobia é o medo patológico de uma crença diferente, portanto, o temor compulsivo da opinião alheia.

Esse medo patológico é o receio da opinião negativa dos outros sobre si. É como se essa pessoa fosse o centro das atenções, porém de forma negativa, na qual todos estivessem olhando e criticando. Os alodoxafóbicos têm dificuldades de manter relacionamentos estáveis com amigos e cônjuges, e também de permanecerem em seus respectivos empregos, afinal, diversas interações sociais significam passar por opiniões contrárias.

Já a glossofobia, palavra também de origem grega, é representada assim: “glosso” vem de língua, e “fobia”, mais uma vez, é o medo exagerado de algo ou alguém, que produz uma angústia profunda. Logo, a glossofobia é o medo de falar em público que envolve diversas motivações distintas, como, por exemplo, uma experiência ruim ao falar em público, geralmente na infância ou no início da vida adulta. Os indivíduos com essa fobia têm medo de passar vergonha, de rejeição e de experiências passadas. Geralmente os fatores são genéticos, ambientes, emocionais, biológicos e psicológicos, e os sintomas são suor excessivo (sudorese), alteração da pressão (alta ou baixa), taquicardia, náuseas, tontura, dor de cabeça, pupila dilatada e boca seca.

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E como combater essas fobias sociais?

  • Confrontamento das fobias, o famoso “ir com medo mesmo”. Em casos mais leves e moderados, é super indicado;
  • Terapia comportamental para aprender a lidar com a situação de maneira mais confortável, tornando possível;
  • Buscar as origens negativas das emoções e entender os gatilhos mentais que desencadeiam essas fobias;
  • Técnicas de relaxamento como oração, respiração diafragmática, programas leves em contato com a natureza;
  • Nos casos mais extremos, como ataques de pânico, procurar um psicanalista para receitar medicações.
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