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Uma profunda reflexão sobre o 7 de Setembro

Faça como Dom Pedro I, em 1822, que deu um grito de independência ao Brasil

Por Luana Tachiki 05/09/2023 2h59
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Ouça este conteúdo no áudio abaixo:

O feriado de 7 de Setembro está chegando. Na data, relembramos o grito da independência do Brasil dado por Dom Pedro I, às margens do Rio Ipiranga/SP, em 1822. O ato representou o desligamento de Portugal e a autonomia da nação brasileira.

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Em 1808, com a ajuda da Inglaterra, a Família Real Portuguesa veio se refugiar no Brasil, um marco para a história do país. O príncipe regente Dom João VI e a corte portuguesa foram ao Rio de Janeiro, já que as tropas de Napoleão Bonaparte ameaçavam invadir o reinado da coroa real com objetivos territorialistas. Havia um complô de Napoleão com os espanhóis que permitia que os franceses atravessassem a Espanha para invadir Portugal. Em troca, o reinado espanhol poderia se apoderar de um pedaço do território português.

A fuga da Família Real para o Brasil gerou uma série de transformações importantes, como a abertura dos portos às nações amigas, o que impulsionou o comércio e a economia brasileira. Além disso, foram criadas instituições culturais e científicas, como a Biblioteca Nacional e a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios, contribuindo para o desenvolvimento intelectual e cultural.

Essa estadia prolongada da Família Real no Brasil gerou um sentimento de autonomia e pertencimento, preparando o terreno para a independência.

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A independência foi resultado do desgaste nas relações entre os colonos brasileiros e a elite portuguesa.

Assim, sugiro a reflexão: quais relações estão estreitas na sua vida? O que precisa ser ajustado, rompido ou mantido? Quais afinidades existem para alimentar a saúde das suas relações e quais desafetos possuem para possíveis interrupções? Vale a pena continuar em relações cujas intenções e propósitos são diferentes ou eram iguais, mas deixaram de ser?

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O rompimento das relações pode significar um fim doloroso, mas, ao mesmo tempo, representa o começo de uma nova etapa. Isso vale para qualquer tipo de relacionamento: no trabalho, na família, com os amigos e até em ambientes políticos, econômicos, geográficos, entre outros.

Encerrar um ciclo e começar outro do zero nunca é fácil. Mas se pensarmos friamente, deixando o emocional de fora, veremos que, com exceção do casamento e os frutos dele, que são e devem ser para sempre, todo relacionamento vai durar enquanto houver um propósito e, após o cumprimento desse propósito, não fará sentido caminhar sem um novo objetivo em comum. O melhor a se fazer, portanto, será seguir outro caminho. Isso não significa sair da relação de maneira rude, nutrindo inimizades e colecionando rivais, mas simplesmente sair e seguir outro rumo.

Deixar relações não é sinônimo de perdas e fracassos. Talvez num primeiro momento essa seja a impressão, mas, lá na frente, aquela atitude poderá se tornar uma semente para novos relacionamentos e conquistas. Vejam o exemplo do nosso Brasil: somos frutos de um estreitamento nas relações políticas e geográficas que culminou numa nação livre, autônoma e incrivelmente bem-sucedida ao longo do tempo.

Por isso, não se sinta mal caso você se encontre perdido nas relações interpessoais e até na intrapessoal (consigo mesmo). Períodos de rompimento doem, mas são necessários para que outros melhores surjam.

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Neste feriado, que independência você irá celebrar? Independência do medo de fracassar nas relações interpessoais? Independência do medo de falhar numa nova jornada? Independência de ser livre para escolher melhor com quem irá caminhar de agora em diante?

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Agende uma mentoria para se tornar independente e autor da sua própria história! A Verbalize tem ajudado pessoas a ressignificarem suas histórias. Através da comunicação tudo se esclarece, se ajusta. Não saber se expressar para as pessoas e para o mundo pode limitar você de ir além.

Faça como Dom Pedro I, em 1822, que deu um grito de independência ao Brasil. Resistência sempre existirá, foi assim no século passado e assim continuará sendo. Dê agora mesmo o seu grito de liberdade, independente das resistências.

Muitos se sabotam e não aceitam o desafio de ocupar cargos de liderança porque não sabem se expressar nem se relacionar com pessoas. Se você se sente assim, não se frustre, nosso papel não é julgá-lo, e sim mostrar que é possível mudar e realizar os seus sonhos, basta querer, ter vontade, sair da zona de conforto, ouvir seus mentores, acreditar, praticar e se libertar do que te aprisiona!

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Vamos?






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