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Metaverso e a impressão 3D

O metaverso e a impressão 3D são tendências tecnológicas que vêm sendo utilizadas para revolucionar o mercado. E juntas, as possibilidades do uso são praticamente infinitas.

Por Daiany Nasteoli 28/10/2022 2h54
Divulgação

Você já deve ter visto em algum lugar uma notícia sobre o ‘metaverso’, explicando o que ele é ou até mesmo sobre a mudança de nome do Facebook para Meta, por conta do interesse de Mark Zuckerberg de criar o seu próprio metaverso.

Imagine um lugar onde você pudesse se conectar e interagir com o mundo à sua volta de forma que a presença de elementos virtuais se tornasse parte da realidade que você vive e vê. O metaverso é um ambiente em que o real e o virtual se confundem. E para que um metaverso possa existir, é preciso criar um ambiente em que haja interoperabilidade, a presença de uma economia funcional, a evolução da web 3.0 e o que conhecemos hoje como realidade estendida (que é uma mescla entre realidade virtual, realidade aumentada e a realidade mista).

E a impressão 3D? A impressão 3D está presente no mercado desde a década de 1980. Recentemente, essa tecnologia de nicho ganhou ainda mais popularidade e reconhecimento nas indústrias, devido à sua universalidade e amplo espectro de aplicação e também pela evolução dela dentro do metaverso.

O metaverso e a impressão 3D são tendências tecnológicas que vêm sendo utilizadas para revolucionar o mercado. E juntas, as possibilidades do uso são praticamente infinitas. Acredito que elas são somente o pontapé para práticas mais disruptivas, assertivas e personalizadas.

Para explicar melhor o assunto, conversei com os empresários Ivan Sena, dono da Inpress Brasil, e com o Luis Victorino, seu sócio. “Como empresário há mais de 35 anos sei muito bem que os investimentos em inovação são fundamentais para alinhar a empresa com as atuais demandas do mercado. A evolução de hábitos e costumes dos clientes é constante e, por isso, há sempre a necessidade de a empresa se reinventar para manter-se atraente. Além disso, inovar significa também aprimorar, tornar melhor o que já era bom. E com o avanço acelerado dessas tecnologias e o surgimento de novas tendências e soluções para as mais diversas áreas, é mais fácil atingir esse aprimoramento”, afirma Sena.

“Trata-se de um mercado com um potencial de crescimento indiscutível e muito promissor para o Brasil. A impressora 3D é uma ferramenta poderosa no barateamento dos custos de produção, aumenta o alcance da população a produtos que antes eram inacessíveis em termos financeiros, e é uma grande aliada na geração de emprego e renda. Quem ganha com isso é a economia brasileira”, completa o empresário.

Luis Victorino, por sua vez, explica que a impressão 3D é um grupo de tecnologias de fabricação por adição, onde um objeto tridimensional é criado pela sobreposição de camadas sucessivas de material. Impressoras 3D são geralmente mais rápidas, mais baratas e mais fáceis de usar do que outras tecnologias de fabricação por adição, mas como qualquer processo industrial, estarão sujeitas a um compromisso entre seu preço de aquisição e a tolerância nas medições de objetos produzidos. Elas oferecem aos desenvolvedores de produtos a capacidade de imprimir peças e montagens feitas de diferentes materiais, com diferentes propriedades físicas e mecânicas, geralmente com um processo de montagem simples. As tecnologias avançadas de impressão 3D podem até oferecer modelos que podem servir como protótipos de produtos e projetos.

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Ultimamente, nos meios de comunicação, se fala muito sobre o potencial da impressão 3D. A prática é útil na impressão de próteses, casas e até ao wagyu, o corte de carne japonês mais caro do mundo que ganhou recentemente uma versão feita em impressora 3D. E enquanto muitos desses desenvolvimentos ainda estão em fase experimental e muito incipientes, isso já vem gerando enormes impactos na nossa economia e comportamento.

Ivan e Luis afirmam: “Além da impressão 3D, com os óculos de realidade virtual, é possível criar simulações dentro do mundo virtual para fazer uma exposição imersiva dos seus projetos, ou seja, o metaverso está sendo um laboratório de testes para muitas ideias inovadoras em que empresas podem utilizar para entregarem novos produtos e serviços para o mercado testando essas ideias a um baixo custo.”

Luis Victorino e Ivan Sena, sócio e propietário da Inpress Brasil, respectivamente. Foto: arquivo pessoal

Essas soluções tecnológicas têm mostrado um rápido crescimento e já estão sendo utilizadas em praticamente todos os segmentos do nosso dia a dia. Vivemos uma era de profundas transformações que afetam a vida e o comportamento de todas as pessoas e organizações, com dispositivos mais inteligentes e ecológicos. Cabe lembrar que o quesito mais importante é que sejam tecnologias, soluções e materiais que gerem menos poluição e menos desperdício.

Olhar para a impressão 3D e para o metaverso é entender como as empresas e o setor em que elas atuam se transformam com novas tecnologias. Mas é importante ressaltar que nem tudo será perfeito, até que se estabeleçam regras éticas claras onde o público e o privado construam os mecanismos necessários para continuar avançando no bem-estar da sociedade e de nosso ambiente global.

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Eu acredito que mudanças tecnológicas e comportamentais não são inimigas, mas sim nossas aliadas para resolver problemas importantes e que causam maior impacto na humanidade, tudo criado para um futuro mais sustentável e saudável.

A Inpress Brasil é especialista em comunicação visual nos mais diversos formatos, atuando em todo o território nacional. Para mais informações, acesse o Instagram @inpressbr.

Na próxima, vou lhe contar como investir e ganhar dinheiro com o metaverso. Até breve!

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