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Game Life
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O lado gamer de Yasmin Yassine

Ela colecionou consoles, zerou clássicos e ainda arranja tempo para criar abstinência de Pokémon.Ela colecionou consoles, zerou clássicos e ainda arranja tempo para criar abstinência de Pokémon. Conheça o lado gamer de Yasmin Yassine

Karol Scott Lucena

09/06/2026 15h13

yas

Foto: Reprodução

Se você ainda não conhece Yasmin Yassine, deixa eu te apresentar. Paulistana, filha de pai libanês e mãe brasileira, ela começou a conquistar a internet imitando a voz do Cebolinha e da mulher do Google Tradutor, aquela do GPS que a gente obedece cegamente sem querer. De lá para cá, virou apresentadora do Vênus Podcast, um dos maiores videocasts de entrevistas do Brasil. É daquelas pessoas que parecem fazer tudo ao mesmo tempo e ainda conseguem ser engraçadas enquanto fazem.

Mas o que talvez você não saiba é que, por trás de toda essa carreira no entretenimento, existe uma gamer de verdade.

Em conversa recente, a Yas revelou uma relação com videogames que qualquer um de nós reconhece na hora. Ela passou por Super Nintendo, Nintendo 64, PlayStation 1, 2 e 3, chegou ao PlayStation 5 e ao PC gamer. Uma trajetória digna de respeito.

Atualmente ela está viciada em Pokémon Pokopia, o que ela mesma admite com aquela honestidade refrescante de quem não tem mais nada a esconder: “Tá atrapalhando a minha vida, mas é maravilhoso.” Ela conta que sai do trabalho com mil problemas para resolver e vai direto resolver os problemas do Pokémon, fazendo caminhadas para os personagens do jogo. Dupla jornada, ela definiu. E quem nunca se viu priorizando uma quest no lugar de um afazer, não é mesmo?

A lista de jogos favoritos dela é uma viagem no tempo que vai pegar em cheio quem cresceu nos anos 90 e 2000. Do Super Nintendo, ela leva Aladdin, não só pelas raízes árabes, mas pelo amor pelo jogo. Do Game Boy, os clássicos Pokémon Red, Blue e Yellow. Do Nintendo 64, Super Mario 64 sem hesitar, com Zelda logo atrás. Do PlayStation, Red Dead Redemption e Uncharted. E do computador, não necessariamente os favoritos, mas relembra com carinho o saudoso Habbo Hotel e todos os Counter-Strike que existiram. Ela jogou todos.

Quando perguntei o que ela me colocaria para jogar se eu chegasse na casa dela agora, a resposta foi imediata: o novo Mario Tennis do Switch 2. “É um bom jogo para jogar de galera”, ela garantiu. E essa talvez seja a melhor definição de hospitalidade gamer.

O que a Yas representa para muita gente vai além dos consoles. Ela é criadora de conteúdo, apresentadora, artista e também aquela pessoa que acorda às 7 da manhã no fim de semana não para ser produtiva, mas para jogar. Porque videogame, como ela mesma disse, é o tipo de coisa que, quando falta, cria abstinência de verdade.

E isso, convenhamos, é a coisa mais gamer que existe.

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