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Do Alto da Torre
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Potássio na Amazônia

A empresa já investiu R$ 1 bilhão no projeto e planeja investir mais R$ 13 bilhões, visando explorar o minério por 23 anos na região

Eduardo Brito

08/04/2024 20h43

Foto: Jefferson Rudy – Agência Senado

O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas concedeu nesta segunda-feira, 8, o licenciamento ambiental à empresa Potássio do Brasil para a exploração de potássio no município de Autazes, no Amazonas. Com isso, o Brasil fica mais próximo da autossuficiência em fertilizantes.

A empresa já investiu R$ 1 bilhão no projeto e planeja investir mais R$ 13 bilhões, visando explorar o minério por 23 anos na região.

Com o início das obras, a expectativa é que sejam criados mais de 1,3 mil postos de trabalho diretos e 16 mil indiretos. A medida foi obtida pelo senador Plínio Valério que lidera iniciativas em defesa desse direito.

“Esta é uma conquista significativa após anos de batalhas contra obstáculos impostos por ONGs e grupos contrários ao nosso desenvolvimento. Quem ganha é o Amazonas, uma região que tanto carece de investimentos, infraestrutura, empregos e oportunidades.

O potássio explorado em Autazes irá suprir 20% da demanda nacional, atualmente atendida principalmente por fontes estrangeiras “, afirmou o senador Plínio Valério. Em dezembro do ano passado, Plínio Valério visitou Autazes e uniu-se a indígenas da etnia Mura, que solicitaram apoio para derrubar a proibição do projeto de exploração de potássio na região junto ao Ministério Público Federal.

As lideranças indígenas denunciaram ao senador que o MPF parecia agir em favor de ONGs e de advogados de apenas cinco comunidades contrárias ao projeto.

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