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Do Alto da Torre

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PDT e Rede têm dito que a aliança firmada na Câmara Legislativa deve se refletir nas eleições do ano que vem. O PV, do deputado distrital Israel Batista, não está tão convencido assim de que deve se aliar às duas legendas. Tudo indica que o partido siga a tendência nacional de lançar um nome para a chapa majoritária também no DF. E o nome de Eduardo Brandão é o mais cogitado para fazer palanque, quem sabe, para o senador Álvaro Dias.

Cadê a cadeira que estava aqui?

Jornalistas reclamam sempre do espaço exíguo reservado aos profissionais de imprensa na Câmara Legislativa. Fato é que está cada dia mais difícil fazer a cobertura por lá. Faltam tomadas e as cadeiras reservadas para assessores e repórteres estão desaparecendo. A promessa de reforma é da época de inauguração do prédio e, até hoje, não saiu do papel.

Tá quase!

Coordenador de Comunicação da Casa, Paulo Gusmão explica que foi concluído recentemente o projeto de reforma do plenário, que, “se tudo correr bem, deve ocorrer no recesso de julho”. Todos esperam.

Faixa liberada

Ainda restam dúvidas aos motoristas de Brasília quanto à liberação das faixas exclusivas para ônibus fora do horário de pico. E é certo que o governo, que chegou a vetar a proposta, não teria lá muito interesse em divulgar. A deputada Celina Leão (PPS), autora da lei que flexibiliza o uso das pistas, avisa: pode usar sim. De 9h às 17h30 e de 19h30 às 6h30.

“Lista fechada é retrocesso”

Nas redes sociais, o deputado distrital Robério Negreiros (PSDB) tem se manifestado fortemente contrário à reforma política, principalmente a um dos pontos mais polêmicos da proposta: a lista fechada. “Nesta variante do modelo eleitoral, são os partidos que preparam a lista com os nomes dos candidatos e o eleitor vota na sigla e não no candidato de sua preferência. Apesar de muito utilizado em outros países, no Brasil essa variante não vigora e nem pode vigorar”, diz o parlamentar, que reitera: “O voto direto foi uma conquista do povo brasileiro e não pode ser substituído por um modelo antidemocrático e que vai contra ao que almeja a sociedade. Retrocesso não.”

Entrevista Lira (PHS)

CPI da Saúde: “Fizemos a nossa parte”

Até agora, na reunião de dados para a confecção do relatório da CPI da Saúde, o que mais tem surpreendido o senhor?
Quanto a isso, não posso me manifestar, porque até agora não recebi nenhum sub-relatório.

O presidente da CPI fala em tentativas de boicote aos trabalhos de investigação por parte do Palácio do Buriti. Enquanto deputado da base, o senhor tem sentido resistência do Executivo em relação à comissão?
Discordo totalmente. Muito pelo contrário. Tudo o que a CPI solicitou em termos de documentação foi atendida. Mas, infelizmente, não tivemos tempo e nem condições de analisar mais de 30 mil documentos. Precisaríamos, pelo menos, de três a quatro anos para analisar tudo e, assim mesmo, com o dobro de técnicos que nos foi disponibilizado até agora.

Que mudanças na saúde serão possíveis, efetivamente, a partir dos trabalhos da CPI?
Várias mudanças, caso o Poder Executivo leve em consideração as nossas sugestões como, por exemplo, as que estamos propondo para a área de atenção básica à saúde.

O senhor se considera satisfeito com a atuação da comissão, uma vez que propôs a investigação?
Sinceramente, não! Poderíamos ter ido mais além, caso não tivesse ocorrido o afastamento de grande parte dos integrantes da CPI logo após a abertura dos trabalhos. Mesmo assim, fizemos a nossa parte, de acordo com o tempo que tivemos de investigação e as condições de trabalho que nos foram apresentadas. Acredito que fizemos de um limão uma limonada, por causa das dificuldades que tivemos ao longo das investigações.


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