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Ibaneis em lançamento de candidatura de Simone Tebet

Ibaneis só não confirma se será mesmo candidato à reeleição, embora ninguém tenha dúvida

Foto: Agência Brasília

EDUARDO BRITO

Com o MDB

O governador Ibaneis Rocha confirmou presença no lançamento da candidatura da senadora Simone Tebet à presidência da República pelo MDB, hoje, no hotel San Marco. Segue assim a linha do partido, ainda que a candidatura de Simone, mesmo respeitadíssima no Congresso, não seja vista pelos emedebistas como uma aposta de sucesso. Ibaneis só não confirma se será mesmo candidato à reeleição, embora ninguém tenha dúvida.

Mais UPAs

Ibaneis Rocha inaugura hoje a quinta UPA de seu governo, em Planaltina. No próximo dia 15, entrega a UPA de Vicente Pires, e bate uma importante marca: inaugura o mesmo número de Unidades de Pronto Atendimento que todos os outros governadores fizeram no DF. Em janeiro ele supera a marca com a entrega da UPA de Brazlândia. Com a novas unidades, a rede de saúde pública vai passar a fazer mais 31.500 atendimentos médicos de emergência por mês. Ontem, Ibaneis esteve no Itapoã, no Paranoá e no Riacho Fundo II, onde entregou aos feirantes da cidade a chave dos boxes reformados da área das vendas. Não resistiu ao ver um sanfoneiro no local: pegou o microfone e soltou a plenos pulmões a música Anunciação, de Alceu Valença (foto). A plateia era pequena, mas aplaudiu o número.

Encantado

Ainda tem quem acredite que, após a pompa e circunstância do lançamento da candidatura presidencial do senador Rodrigo Pacheco a presidente da República, o PSD pensa em desembarcar da base do governo Bolsonaro no Congresso. O deputado Hugo Leal, primeiro vice-líder da bancada e seu principal articulador na Câmara, esteve longamente no gabinete da ministra Flávia Arruda esta semana. Saiu encantado da Secretaria de Governo.

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Para tirar o sono

Se tem uma coisa que está tirando o sono do ex-governador Rodrigo Rollemberg é a possibilidade de seu partido, o PSB, se unir em federação com o PT. Ele sabe que teria dificuldade de se eleger sem uma nominata boa, mas acredita que a chance diminui se tiver que disputar espaço com Erika Kokay e Geraldo Magela, prováveis candidatos petistas à Câmara dos Deputados.

Equipamentos públicos

Está na pauta de hoje na Comissão de Constituição e Justiça do Senado projeto da senadora brasiliense Leila Barros (foto) que cria mecanismos para facilitar financiamento e administração de equipamentos públicos em espaços urbanos. Tem parecer favorável, com quatro emendas, do relator Marcos do Val. O projeto inclui três institutos no Estatuto da Cidade: as parcerias público-privadas, as concessões de bens ou serviços públicos e a adoção de equipamentos públicos.

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Adote sua praça

As parcerias e as concessões já são utilizadas em muitos estados e municípios. O projeto formaliza sua institucionalização na lei federal. A novidade maior fica por conta da adoção de equipamentos públicos, ao se permitir contrapartidas como a possibilidade de associação de nome, a utilização de espaço de publicidade ou o uso do direito de imagem do equipamento adotado. Admite-se também a adoção total, a adoção parcial (quando se limita a apenas algumas das instalações desse equipamento) e a adoção compartilhada, quando feita em parceria entre o poder público e a iniciativa privada.

Rodoviária

Audiência pública discutirá hoje, na Câmara Legislativa, melhorias para a Rodoviária do Plano Piloto.

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Dinheiro de multas

O Tribunal de Contas do DF fixou prazo de 120 dias para que a Secretaria de Mobilidade apresente estudos para prever a arrecadação das multas aplicadas às empresas de transporte coletivo como forma de diminuir os impactos dos reajustes das passagens para a população. Segundo dados do Sistema Integral de Gestão Governamental (Siggo) do GDF, até 2019, foram aplicadas cerca de R$ 60 milhões em multas e infrações contratuais às permissionárias da região que não foram cobradas.

Está na lei

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A decisão dos conselheiros foi uma resposta à representação em que a deputada distrital Arlete Sampaio aponta descumprimento da legislação que estabelece regras para o financiamento do transporte público. Segundo a representação, as políticas tarifárias adotadas pelos governos oneram somente as receitas obtidas por meios das tarifas cobradas dos usuários, sem incluir a arrecadação de outros recursos previstos contratualmente, como as multas, por exemplo.

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