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Do Alto da Torre

Guará: novo setor habitacional em discussão na CLDF

Se aprovado, o projeto de lei nº 925/20, em tramitação na Casa, vai transformar as colônias agrícolas no Setor Residencial Guará Park

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Hylda Cavalcante e Catarina Lima

Três colônias agrícolas localizadas próximas ao Guará podem vir a criar um único setor habitacional no DF. Este tema foi objeto de audiência pública promovida pela CLDF recentemente e consiste numa reivindicação antiga dos moradores da área, que relatam ter problemas com o endereçamento de suas casas.

Reunião – Se aprovado, o projeto de lei nº 925/20, em tramitação na Câmara Distrital, vai transformar as colônias no Setor Residencial Guará Park. Está programada uma reunião para tratar do assunto entre os moradores, representantes da Caesb e da CEB e o deputado distrital Rodrigo Delmasso (Republicanos), que no momento se recupera da covid.

“Sem oitiva”

O deputado distrital Chico Vigilante (PT) divulgou ontem nota de solidariedade ao governador do Piauí, o petista Wellington Dias, e sua esposa, a deputada federal Rejane Dias (PT-PI), que foram objeto de uma ação policial de busca e apreensão por conta de investigação de supostos desvios de recursos públicos.

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Referência nacional – “O governador é uma das referências nacionais de gestão, transparência e combate à corrupção e nada justifica esse tipo de ação sem que tenha havido sequer oitiva prévia das autoridades investigadas”, destacou o parlamentar do DF.

Recuperação

Durante debate recente sobre medidas para recuperação da economia pela CLDF, o analista do Sebrae Nacional Juarez de Paula disse que a crise reacendeu a discussão sobre a relação entre governo e setor produtivo e passou a exigir um Estado mais presente e investidor, o que conflita com o pensamento liberal do governo federal.

Pilares – Já Valdir Oliveira, superintendente do Sebrae no DF, afirmou que, a seu ver, a superação da crise tem que estar baseada em três pilares: crédito para fomento, benefícios fiscais e benefícios econômicos. “Tudo isso em ambientes simplificados e de segurança jurídica, com renegociação de contratos e custos fixos”.

Verbas poupadas

A senadora Leila Barros (PSB-DF) apresentou um projeto para que as verbas poupadas por ela e outros colegas com a cota a que têm direito sejam destinadas à saúde, educação e assistência social da unidade federativa de cada um destes senadores. “Muitas vezes a população não sabe qual será o destino desse dinheiro”, destacou.

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Econômica – Leila foi apontada em levantamento divulgado recentemente como uma das poucas parlamentares que não utiliza os recursos da verba de gabinete. Além disso, ela também abriu mão do auxílio moradia. Segundo sua assessoria, somadas todas as cotas, ela economizou R$ 609.074,6 mil reais desde o início do mandato até agora.

‘Maus momentos’

O ministro da Economia, Paulo Guedes, pode até não admitir, mas não vive bons momentos. Nos últimos tempos, perdeu três assessores: Mansueto Almeida, Rubem Novaes e, ontem, Caio Megale. Para completar, soou mal entre os parlamentares, em Brasília, ele ter sido o único dos ministros criticado na carta de 152 bispos da CNBB.

‘Desdenha dos pequenos’ – Os bispos disseram que Guedes “desdenha dos pequenos empresários, privilegiando apenas grandes grupos econômicos”. Desafetos ironizaram o fato de, em meio a tudo isso, a pasta ter aberto licitação para contratar uma empresa que vai combater morcegos no prédio do ministério. Acham que ele está precisando.

Sem arcebispo

Em meio à confusão causada pela carta de um grupo de bispos contra o governo, que levou a uma crise interna na CNBB, Brasília segue sem um arcebispo metropolitano. Quando o cardeal Dom Sergio da Rocha foi transferido para Salvador, em março, houve o anúncio de que em três meses seria nomeado um substituto para a função dele.

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Interinidade – Ontem, a Cúria Metropolitana de Brasília informou que foi designado no início de junho, para a função de administrador diocesano da capital do país, o bispo Dom José Aparecido. Mas deixou claro: ele fica interinamente, só enquanto a Santa Sé não escolhe o novo arcebispo metropolitano.

Transparência

Atendendo a pedido do MPDFT, o governo do DF passou a divulgar, no seu balanço diário da covid-19, o número de leitos de forma discriminada por UTI, Unidade de Cuidado Intermediário (UCI) e Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal (UCIN).

Dados reais – Segundo a força-tarefa do MP que fiscaliza as ações de combate à pandemia, a medida permite uma visão real sobre a disponibilidade de leitos e atende à última demanda relativa à transparência, requisitada em ação civil pública ajuizada em junho.

Falta mais – Os procuradores da força-tarefa, entretanto, ressaltaram que há outras demandas que ainda precisam ser atendidas pelo GDF. Uma delas é a divulgação de dados sobre a fila de espera para a realização de testes e os insumos necessários esses testes.

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BRB-Flamengo

O Banco de Brasília (BRB) divulgou que já está funcionando o aplicativo NaçãoBRBFla, fruto de contrato firmado entre o banco e o Flamengo. Nesta primeira fase, o sistema estará disponível, para sócios-torcedores do time e convidados indicados por eles. A partir de 10 de agosto, para todos.

‘Diversificação’ – “A parceria entre o BRB e o Flamengo é estratégica, e o modelo de negócio firmado é inédito, pois nos permitirá diversificar os negócios”, disse o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. O app permite abertura de contas, pedidos de cartão de crédito e outros produtos e serviços bancários.

Redução de danos

Sancionada pelo governador Ibaneis Rocha na última semana, está em vigor a lei referente ao Plano de Redução de Danos no DF que estabelece, para os dependentes químicos e seus familiares, acesso aos serviços públicos de saúde, com atendimento clínico e de assistência social.

Prejuízos – De acordo com o deputado Fábio Felix (Psol), autor da legislação, o objetivo é minimizar os prejuízos para a saúde biopsicossocial de usuários de drogas lícitas e ilícitas. “É preciso um atendimento que respeite a autonomia e a dignidade destes pacientes”, afirmou o parlamentar.

Intérpretes

A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) manifestou-se contra as demissões, feitas na última sexta-feira, dos intérpretes de Libras da TV Câmara pela secretaria de Comunicação da Casa.

Inclusão – “Os intérpretes de Libras são fundamentais para a acessibilidade. Cortá-los é tirar o direito de uma parte da população brasileira de ter acesso a esse instrumento tão importante de um poder fundamental para a democracia como a Câmara”, afirmou.

Celeridade

O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) engrossou o coro para que a PEC do novo Fundeb, aprovada pela Câmara dos Deputados, tramite com celeridade no Senado. A proposta precisa ser aprovada até dezembro para que o fundo possa ter continuidade.

‘Mais importante’ – Izalci destacou o trabalho realizado pelos deputados e pediu urgência na votação da matéria. “A PEC do Fundeb é o tema mais importante para o Senado até o final do ano”, afirmou. Se sofrer uma única alteração, a matéria terá de voltar a tramitar na Câmara.

Racismo religioso

Integrantes de grupos afroreligiosos do Distrito Federal divulgaram nota repudiando crime de racismo religioso praticado contra a Entidade Umbandista Ordem Iniciática do Cruzeiro
Divino (OICD).

Repúdio – Uma das representantes do grupo, Mãe Maria Elisa Rivas, mestre-raiz da OICD, sofreu ataques virtuais durante uma live na última semana. “Não podemos concordar com isso, o ódio não vencerá”, afirmou Luiz Alves, coordenador
do grupo Foafro-DF.




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