Depois da grande manifestação da avenida paulista, em que os bolsonaristas comemoraram a grande afluência, mas depois se perderam em ciumeiras entre os apoiadores – especialmente entre governadores como Ronaldo Caiado, Tarcísio de Freitas e Cláudio Castro – desta vez houve certa preocupação entre as origens partidárias.
A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, que é do PP, foi das primeiras a chegar à manifestação no Rio de Janeiro, e muito festejada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, com o mote de defesa da democracia. Celina estava no trio elétrico ao lado de Michelle Bolsonaro, presidente do PL mulher e esposa de Jair Bolsonaro.
Depois, porém, uniu-se aos militantes de seu próprio partido, o PP. O presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira, fez muita festa para ela e, diante do comando partidário, avisou que, para onde Celina for, será seguida por todo o PP.
PL faz festa própria

Já o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, preferiu reunir a turma de seu partido, repetindo sempre que havia conseguido reunir a maior legenda brasileira atual. Foi seguido pelos militantes.
O deputado Eduardo Bolsonaro, filho zero três do presidente, passou o tempo todo rodeado pela turma do partido, como a deputada brasiliense Bia Kicis, Nikolas Ferreira, Gustavo Geyer e muitos outros.