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Viva

Um cosmo incompleto no novo filme de Os Cavaleiros do Zodíaco

Arquivo Geral

11/09/2014 9h40

João Rodrigues

Especial para o Jornal de Brasília

Em homenagem aos 40 anos de carreira do mangaká (quadrinista japonês) Masami Kurumada, o estúdio do Japão Toei Animation lança Os Cavaleiros do Zodíaco – A Lenda do Santuário, filme em computação gráfica da série de maior sucesso do autor.

Na trama, ao completar 16 anos, a jovem Saori Kido recebe a revelação de seu mordomo, Tatsumi, de que ela é a reencarnação da Deusa da Terra, Atena. Ao lado de jovens poderosos denominados Cavaleiros do Zodíaco, ela precisa ir ao Santuário, seu verdadeiro lar, para desmascarar o Grande Mestre, o traidor que tentou matá-la quando pequena.

Keiichi Sato assina a direção. Para adaptar a longa história, várias cenas da saga original foram cortadas. O cavaleiro Ikki de Fênix, por exemplo, começa a história já sendo um aliado do protagonista Seiya e dos demais guerreiros. No original, ele era um vilão que se torna mocinho. Já durante o percurso das 12 Casas, algumas lutas simplesmente não existem. E as que acontecem são bem curtas.

Homenagem

O filme chama a atenção pela belíssima arte feita em computador pelo produtor Yosuke Asama – que tem no currículo os animes Digimon e Cavaleiros do Zodíaco – A Saga de Hades. O excesso de corte faz com que o filme deixe diversos pontos da mitologia dos heróis em branco.

O ponto positivo é que a animação é perfeitamente compreensível para aqueles que nunca tiveram contato com a saga. Para os fãs de longa data, no entanto, não há nada de extraordinário. Serve como uma bela homenagem ao criador dos heróis.

Curiosidades

Apesar de ser anunciado como uma adaptação da fase Santuário, o filme só traz uma versão da Saga das Doze Casas.

Na mitologia da saga, os cavaleiros são classificados do mais fraco ao mais forte como bronze, prata e ouro.

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