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Viva

Trilhando caminhos diferentes

Arquivo Geral

29/01/2014 9h00

O sucesso da banda brasiliense de reggae Natiruts é inegável. Atravessou o cerrado e estourou no País inteiro na década de 1990, com sucessos como Presentes de um Beija-Flor e Liberdade pra Dentro da Cabeça. Apesar de sua voz e imagem o remeterem automaticamente ao reggae, o vocalista e líder do grupo, Alexandre Carlo, prova em seu disco de estreia solo, Quartz, que tem muito mais a mostrar, numa mistura de soul, funk, hip-hop e samba, com várias participações especiais.
 
Brasiliense, o cantor convidou alguns artistas da cidade para participar do projeto autoral, como o pianista Felipe Portilho e o percussionista Leander Mota. “Optei por essas pessoas pelo sotaque. Queria que meu novo disco soasse brasiliense”, explica Alexandre, em entrevista ao Jornal de Brasília
 
Destaque para participação da ceilandese Ellen Oléria, com quem ele divide os vocais na faixa Te Beijar. Alexandre considera a artista umas das principais vozes de sua geração. “Foi incrível presenciar a interpretação dela no estúdio”, diz, ao comparar Ellen a Cássia Eller.
 
Inspiração

Além do universo candango estão os rappers Rashid e Projota, que participam nas faixas Last Night e Chelly, respectivamente. Quartz é diretamente influenciado por gêneros nascidos nos Estados Unidos, como o soul, o funk e o rap.
 
“Rashid e Projota são cantores da nova geração do rap. Eles não cantam só contestação – que é importante. Falam também de amor e diversão. Quis trazer isso para o meu novo trabalho”.
 
Nomes como Jorge Ben Jor, James Brown e banda Earth Wind and Fire são algumas das referências. O vocalista afirma que a bolachinha foi fruto de muita pesquisa. “Não quis me contentar com o lugar comum. Este álbum tem a ver com o que sou como músico”, finaliza.

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