
A tecnologia 3D caiu na graça do público por permitir maior interação com os filmes. É uma alternativa interessante para a imersão em produções de terror ou fantasia. Em Guilhotina 3D, contudo, o recurso acaba por ser tornar um problema.
Os asiáticos dominam os filmes de lutas. Bem coreografadas, elas impressionam pelas técnicas das artes marciais. A fotografia de muitos desses filmes é repleta de cortes rápidos, ágeis como os golpes. E esse é o descuido na hora do 3D, que exige outro tipo de filmagem. O resultado são cenas vertiginosas e até mesmo difíceis de acompanhar.
Drama e ação
Na trama, um imperador criou um grupo conhecido como Guilhotinas. Armados com modernas armas metálicas que cortam as cabeças dos oponentes, eles mantinham a ordem por meio do medo.
O filme do diretor Andrew Lau une ação e drama para contar a história de um homem que lutou pela liberdade. Contra o sistema opressor, ele criou uma revolução para combater o esquadrão da morte. Apesar de ter uma boa produção, não acrescenta em nada no gênero.