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Sexy Fi no Teatro Oi Brasília

Arquivo Geral

20/08/2013 16h40

Com o patrocínio da Casa Thomas Jefferson, que está comemorando 50 anos de atividades, o Teatro Oi Brasília (Hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, SHTN Trecho 1, vizinho ao Palácio da Alvorada) encerra a temporada do projeto Casa Thomas Jefferson In Concert, que reúne artistas brasileiros que também cantam em inglês. Após as apresentações do cantor e compositor brasiliense radicado em Curitiba, Tiago Iorc (maio), e da banda paulista Garotas Suecas (junho), agora será a vez do quinteto brasiliense de indie rock Sexy Fi, em show no dia 23 de agosto (sexta-feira), às 20h, com abertura da também brasiliense 18por11.

 

Os ingressos, a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), estão à venda na bilheteria do teatro (de terça-feira a sábado, das 13h às 19h – mais informações: (61) 3424-7121), pelo site www.teatrooibrasilia.com.br ou na loja da Oi (Shopping Iguatemi). O show conta com o apoio do Hotel Royal Tulip Brasília Alvorada. 

 

O Sexy Fi, formado por Camila Zamith (voz), JP Praxis (guitarra), Ivan Bicudo (guitarra e teclados), Diogo Saraiva (baixo) e Márlon Tugdual (bateria), é uma das revelações do novo rock brasiliense e está lançando o disco de estreia, Nunca te vi de boa. Já o trio 18por11 conta com Alex Fernandes (bateria), Virgílio Ataíde (guitarra) e André Netto (baixo).

 

Sobre Sexy Fi

 

Antes de se chamar Sexy Fi, a partir de 2011, a banda brasiliense era conhecida na cidade como Nancy. Porém, a troca de integrantes e ainda a mudança no som fez com que o nome também mudasse. Hoje mais “sexys” do que nunca, o grupo lançou o primeiro álbum, Nunca Te Vi de Boa, que saiu primeiro no mercado internacional – Estados Unidos, Europa e Japão –, em outubro passado, pelo selo Far Out Recordings. Elogiada por sua versatilidade sonora, o quinteto ganhou espaço com resenhas em grandes veículos como a revista Time, o jornal inglês The Guardian, a rádio BBC e um belo destaque na MTV americana. No Brasil, o álbum chegou em março deste ano.

Nunca te vi de boa tem 10 faixas e foi gravado por John McEntire – renomado produtor e baterista de bandas como Tortoise e The Sea & Cake – no Soma Electronic Music Studios, em Chicago (EUA ). A masterização ficou a cargo de Greg Calbi (responsável por trabalhos de artistas como Grizzly Bear, Mogwai e Norah Jones) no Sterling Sound, em Nova York.

 

Na formação estão Camila Zamith (voz), JP Praxis (guitarra), Ivan Bicudo (guitarra e teclados), Diogo Saraiva (baixo) e Márlon Tugdual (bateria). Em destaque, o videoclipe de Pequeno Dicionário das Ruas, gravado em 2012 a partir do sistema de crowdfunding, pelo site Catarse.me. E o fato de, nas letras das canções, terem Brasília como personagem principal. 

 

Mais informações: www.sexyfi.com.br     

 

Sobre 18por11

 

O trio brasiliense se juntou em 2001 a partir dos amigos Alex Fernandes (bateria), Virgílio Ataíde (guitarra) e André Netto (baixo) e de uma dissidência da antiga banda Complot, surgida em meados da década de 1980. O nome 18por11 veio da pressão arterial máxima que seus integrantes já conseguiram até o momento.

 

André Netto esteve por seis anos em Londres, onde tocou com várias bandas inglesas como Vatican Roulette, Violent New Breed e Sound, gravou três CDs e abriu shows de Wolfsbane (do vocalista Blaze Bayley, ex-Iron Maiden), Killers (de Paul Di’Anno, também ex-Iron Maiden), Fight (de Rob Halford, na época separado do Judas Priest), Sven Gali (Canadá) e Green Jelly (Estados Unidos) e também para o guitarrista Joe Satriani.

Virgílio Ataide e Alex Fernandes, por sua vez, carregam na bagagem participações em bandas brasilienses como Los Guacamoles, Animais dos Espelhos e Cabeloduro, entre outras. O trio já tocou em vários eventos pela cidade e, em 2002, lançou um EP independente com quatro músicas.

 

Mais informações: www.18por11.com 

 

Sobre a Casa Thomas Jefferson

 

A Casa Thomas Jefferson é um centro cultural binacional, sem fins lucrativos, idealizado e fundado com a missão de contribuir para o desenvolvimento educacional e cultural de Brasília. Fundada em 1963 por um grupo de voluntários brasileiros e norte-americanos, iniciou sua trajetória de trabalho, comprometimento, dedicação e lealdade à sociedade brasiliense quando a capital do país ainda era um grande canteiro de obras. Sua principal atividade é o ensino da língua inglesa para milhares de alunos ao longo de cinco décadas. Além da promoção e realização de recitais e shows, exposições de artes, festivais de cinema e lançamentos de livros, sempre dando apoio e incentivo aos artistas, promovendo o encontro desses com a comunidade ávida de cultura e entretenimento. Sua missão também abrange ações de responsabilidade social, com bibliotecas abertas a toda a comunidade oferecendo excelência de serviços em todas as suas áreas de atuação, incluindo parcerias com órgãos do GDF para o fomento do desenvolvimento acadêmico. Cinco décadas se passaram e a Casa Thomas Jefferson, acompanhando a expansão da cidade, multiplicou o número de alunos, professores e unidades sem jamais perder o foco de sua missão educacional e cultural e a confiança da comunidade

 

Mais informações: www.thomas.org.br  

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