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Quando a sétima arte está em defesa do meio ambiente

Arquivo Geral

11/08/2015 6h30

A Cidade de Goiás, conhecida pela poesia de sua moradora mais ilustre, a escritora Cora Coralina, será tomada pela sétima arte. De hoje a domingo, a cidade sediará o 17º Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental – Fica 2015. Além das produções escolhidas para a mostra competitiva, o evento conta com mostras paralelas, shows, palestras e cursos.

“Apesar de o orçamento ter sido reduzido pela metade, tudo tem sido feito para superar a edição anterior. Este ano, o cinema e a questão ambiental voltam a ser o foco principal, e esse é o grande ganho”, afirma Lisandro Nogueira, curador do festival.

Filmes internacionais

Para esta edição, foram recebidas 327 inscrições. Dessas, o júri selecionou 21 produções, sendo 12 nacionais e nove internacionais. São cinco longas-metragens, três médias-metragens e 13 curtas. Entre eles, obras como o venezuelano El Rio que nos Atraviesa, de Manuel Blanco; o documentário My Name is Salt, de Farida Pacha; e o brasileiro O Veneno está na Mesa II, do premiado cineasta Sílvio Tendler.

“Foram 40 dias dedicados exclusivamente a seleção dos filmes. Os escolhidos atendem aos critérios de qualidade cinematográfica, como som e estética. Além de possuírem temas ambientais de interesse público”, considera.

Este ano, questões relacionadas a água formam a temática principal do evento, que convidou personalidades como a atriz Camila Morgado, o cineasta Walter Carvalho, a jornalista Maria Rita Kehl, o antropólogo Vicente Carelli e o cineasta e jornalista Arnaldo Jabor para enriquecer o debate sobre a situação ambiental e sobre o audiovisual.

“O festival tem uma característica importantíssima que é a de formação. É a grande força do Fica. Todos esses nomes são de profissionais que acreditam no festival e têm muito a contribuir”, elogia o curador.

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