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Projeto EnCena traz espetáculo A descoberta das Américas

Arquivo Geral

05/02/2014 16h01

O Teatro Oi Brasília (Complexo Golden Tulip Brasília Alvorada, SHTN Trecho 1, vizinho ao Palácio da Alvorada) e o Ministério da Cultura dão prosseguimento ao Projeto EnCena. Após o grande sucesso, em janeiro, do espetáculo ADUBO ou a Sutil Arte de Escoar pelo Ralo, a segunda atração da temporada é o monólogo A Descoberta das Américas, com o ator carioca Júlio Adrião, em cartaz dia 20 de fevereiro (quinta-feira), às 20h.

Os ingressos, a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), estão à venda na bilheteria do teatro (de terça-feira a sábado, das 13h às 19h – mais informações: (61) 3424-7121), pelo site www.teatrooibrasilia.com.br ou na loja da Oi (Shopping Iguatemi). 

Os seis espetáculos teatrais do EnCena, que serão realizados até o mês de maio (ver calendário em seguida), têm patrocínio dos Correios, GRUPO BB E MAPFRE e BHG com apoio do Bar do Alemão e do Royal Tulip Hotel. 

Sobre A Descoberta das Américas

Uma “pequena obra de ourivesaria”, segundo a crítica de teatro carioca Barbara Heliodora. Trata-se do espetáculo A Descoberta das Américas, que desde sua estreia, em 2005, no Rio de Janeiro, já percorreu 100 cidades no Brasil, 15 no exterior, fez 500 apresentações e teve público de quase 150 mil pessoas. O ator Júlio Adrião, dirigido por Alessandra Vannucci, é o responsável pelas longas palmas recebidas ao final de cada apresentação, como no Festival MITO, realizado em Oeiras (Portugal), onde durante 10 minutos foi ovacionado pela plateia. 

Logo quando estreou com o espetáculo, Júlio Adrião recebeu o Prêmio Shell de Melhor Ator e a peça foi eleita pelo jornal O Globo como uma das dez melhores do ano. De lá para cá, A Descoberta das Américas já esteve em inúmeros países e festivais. Em 2012, representou o Brasil em Londres, no CASA Latin American Theatre Festival e foi apresentado no FITO – Festival Internacional de Teatro de Ourense, na Espanha. Em Portugal, esteve na Mostra Luso Brasileira (em Coimbra), no Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica (FITEI), além do já citado Festival MITO, e em outras cidades, como Lisboa, Porto, Bragança, Vila Nova de Gaia, Matozinho e Guarda. Na África, Julio Adrião participou do Mindelact, em Cabo Verde, e também esteve em Luanda, na Angola. Em 2013, foi a Santiago, no Chile, onde fez A Descoberta das Américas pela primeira vez em espanhol.

No Brasil, o espetáculo cumpriu, em 2010, o Projeto de Circulação, com patrocínio da BR Petrobras Distribuidora e do Governo Federal, através da Lei Rouanet, passando assim por Belém, Cuiabá, Maceió, Aracajú, Campina Grande (PB) e Mossoró (RN).

Em A Descoberta das Américas, Júlio Adrião é um “Zé ninguém” de nome Johan Padan. Rústico, esperto e carismático, escapa da fogueira da inquisição embarcando, em Sevilha, numa das caravelas de Cristóvão Colombo. No Novo Mundo, nosso herói sobrevive a naufrágios, testemunha massacres, é preso, escravizado e quase devorado pelos canibais. Com o tempo, aprende a língua dos nativos, cativa-os e safa-se fazendo “milagres” com alguma técnica e uma boa dose de sorte.  Venerado como filho do sol e da lua, catequiza e guia os nativos numa batalha de libertação contra os espanhóis invasores.

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