O diretor americano Wes Anderson (A Vida Marinha Com Steve Zissou) carrega nos filmes um estilo percepetível e muito peculiar, do surreal ao humor nonsense, além de optar por trabalhar com determinados atores, como Bill Murray. O mesmo acontece no novo filme que estreia hoje, O Grande Hotel Budapeste.
A história do filme se passa no período entras duas guerras mundiais. A trama narra como o concierge M. Gustave (Ralph Fiennes) do Grande Hotel Budapeste se tornou dono do local. Ele acaba desenvolvendo uma grande amizade com o aprendiz Zero (Tony Revolari), seu braço direito. Também recebe grande herança de uma senhora milionária, o que desperta desejo de vingaça por parte dos familiares.
História
Wes Anderson desenvolve ao longo do filme um exercício de história dentro da história: no começo da trama uma jovem lê o livro do escritor, que ao passar uma temporada no hotel, conhece o dono do local e este conta como comprou o espaço. Logo, o autor decide escrever a obra baseado no que ouviu.
A estética do diretor está nas cores, na geometria das cenas e em dar vida a personagens excêntricos e interessantes. Em O Grande Hotel Budapeste essas características estão presentes. Além de fotografia que se aproxima muito de ilustrações de livro infantil, o humor típico do cineasta, uso constante de travellings e um universo que só existiria na cabeça de Wen Anderson.