Menu
Viva

João e Maria em versão entorpecida

Arquivo Geral

12/07/2014 9h00

João, Maria e a Bruxa da Floresta Negra, dirigido por Duane Journey, é  uma releitura politicamente incorreta de famosos contos da carochinha. Diferentemente de João e Maria Caçadores de Bruxas, de Tommy Wirkola, a história foi adaptada para os dias atuais. Em vez de atrair jovens com uma casa de doces, a vilã usa a maconha como isca para comê-los e matar sua larica. 

Politicamente incorreta, a trama traz uma Gretel (Molly Quinn, de Família do Bagulho) adotada. Viciada em maconha, ela e o namorado Ashton (Andrew James Allen, de A Face da Morte) descobrem que existe uma velhinha nova nas redondezas que vende uma erva da boa, conhecida como Floresta Negra. A senhora é a misteriosa Agnes (Lara Flynn Boyle, de Três Formas de Amar). 

Quando Ashton desaparece, Gretel parte em sua busca com a ajuda do irmão Hansel (Michael Welch, de Crepúsculo), um menino correto e prestativo. 

O filme traz elementos de suspense e humor, embora com muito sangue. Assim, entre risadas e violência, a história fica com um gênero indefinido. O que é certo é o público-alvo: os adolescentes. Alguns momentos são memoráveis. Outros, entretanto, não conseguem escapar dos clichês. Com bons efeitos especiais, o resultado é uma sátira descompromissada e alucinada. Tem de ser assistida sem esperar muita coisa para embarcar na viagem que é o script do roteirista David Tillman.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado