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A morte de Raul Seixas completa, nesta quinta-feira (21), 25 anos. O eterno “Maluco Beleza” morreu após complicações em uma pancreatite aguda. Raul foi um dos pioneiros do rock brasileiro e o legado dos seus 26 anos permanece eternizado na música brasileira com 17 discos lançados.
Raul Santos Seixas, o Raulzito, nasceu no dia 28 de junho de 1945, às 8h da manhã, na cidade de Salvador, capital da Bahia. Logo cedo se envolveu com a música, mudou para a cidade do Rio de Janeiro e com apenas 23 anos gravou seu primeiro disco de vinil, em 1968.
Raul Seixas gravou 17 discos. “Raul e os Panteiras”, em 1968, “A sociedade de Grã-Ordem Kavernista apresenta a Sessão das 10” foi lançado em 1971 seguido do “Krig-ha Bandolo!”, em 1973, o lendário álbum “Gita”, em 1974, “Novo Aeon”, em 1975.””Há 10 Mil Anos Atrás”, em 1976, “Raul Rock Seixas”, em 1977, “O Dia em que A Terra Parou”, em 1977. “Mata Virgem”, em 78, “Por Quem os Sinos Dobram”, em 79, “Abre-te Sésamo”, em 1980, “Raul Seixas”, em 1983, “Metrô Linha 743, em 1984. Em 1987, “Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Béin-Bum!”, “A Pedra do Gênesis”, em 88 e o seu último trabalho, “A Panela do Diabo”, no ano de sua morte, 1989.
Em seu último ano de vida, o baiano fez 50 apresentações pelo Brasil. Ele foi encontrado morto em seu apartamento, na cidade de São Paulo, por volta das 8h do dia 21 de agosto de 1989. Segundo a perícia, Raul Seixas, de 44 anos, teve uma crise fulminante de pancreatite.
O artista foi velado no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo. Seu corpo foi levado para Salvador e sepultado, às 17h, no cemitério Jardim da Saudade.